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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

SLASH Veja e ouça o novo DVD "Made in Stoke" de Slash

Texto: Lucky Loccy (DIREITOS RESERVADOS/REPRODUÇÃO PROIBIDA)
Fontes: RollingStone.com



Sabe o novo DVD do Slash?






Pois é...

Dá pra ver uma prévia dele no vídeo abaixo...


VÍDEO Slash - Prévia do DVD "Made In Stoke"
Gravado ao vivo no Victoria Hall, em Stoke-on-Trent, Inglaterra, em 24 de julho de 2011




E dá pra fazer mais..

Dá pra ouvir o DVD inteiro no site RollingStone.com.

Corre lá e aproveita enquanto o link não sai do ar.


***


Opa!

Não sabia que Slash vai lançar um DVD hoje?





É isso mesmo.

Slash lança hoje, 11 de novembro, o DVD "Made in Stoke", gravado em 24 de julho deste ano em Stoke-on-Trent, na Inglaterra.

(Stoke-on-Trent é a cidade onde Slash morou até os cinco anos de idade antes de se mudar para Los Angeles).

Lançado pela Eagle Rock Entertainment, o DVD é o primeiro material oficial lançado em vídeo em toda a carreira solo de Slash.

Veja a lista completa de músicas...





01. Been There Lately (SLASH'S SNAKEPIT 2)
02. Nightrain (GUNS N' ROSES)
03. Ghost
04. Mean Bone (SLASH'S SNAKEPIT 2)
05. Back From Cali
06. Rocket Queen (GUNS N' ROSES)
07. Civil War (GUNS N' ROSES)
08. Nothing To Say
09. Starlight
10. Promise
11. Doctor Alibi (com Todd Kerns nos vocais)
12. Speed Parade (SLASH'S SNAKEPIT 2)
13. Watch This
14. Beggars & Hangers-On (SLASH'S SNAKEPIT)
15. Patience (GUNS N' ROSES)
16. Guitar Solo / Godfather Theme
17. Sweet Child O' Mine (GUNS N' ROSES)
18. Slither (VELVET REVOLVER)
19. By The Sword
20. Mr. Brownstone (GUNS N' ROSES)
21. Paradise City (GUNS N' ROSES)


Bonus DVD:

* Ghost
* Back From Cali
* Beggars & Hangers-On
* Been There Lately
* Starlight
* Interview with Slash



E, agora, leia o que o blog achou do DVD de Slash...


***


O leitor e a leitora do blog já sabem que a banda de Slash conta com Myles Kennedy nos vocais (o mais à direita na foto abaixo), Todd Kerns no baixo (ao lado de Myles), o baterista Brent Fitz (à esquerda de Slash) e o guitarrista Bobby Schneck (o loiro).





E sabem também que o blog não vai muito com a cara da voz de Myles.

O cara parece ser muito gente boa, é afinado, etc...

Mas não é Axl Rose.

Nem chega perto, infelizmente.

E nada menos que SETE das 21 músicas do DVD de Slash são do Guns n' Roses : "Nightrain", "Rocket Queen", "Civil War", "Patience", "Sweet Child o' Mine", "Mr. Brownstone" e "Paradise City".

O que leva o blog a perguntar: pra que ouvir Miles cantando clássicos do Guns n' Roses ?

Se é pra ouvir Guns n' Roses, o negócio é... ouvir Guns n' Roses!





Simples...

(de preferência o Guns n' Roses que existiu enquanto Izzy ainda estava na banda -- mas essa conversa fica pra outro post).

A única coisa diferente que tem no DVD que vale a pena ouvir é a introdução de "Patience", com Slash fazendo o assobio de Axl na guitarra.

Só.

Não sobra mais nada...

Ou seja: de cara, dá pra "jogar fora" um terço do DVD.

Dureza.


***


Continuemos...

Vamos ao Velvet Revolver.

Slash só toca UMA música do Velvet Revolver nesse show: "Slither".

"Dirty Little Thing" e "Sucker Train Blues", que estavam na setlist da turnê, ficaram de fora.

Porque?

O blog não sabe.

É pouco, mas vale o mesmo raciocínio: se o negócio é ouvir Velvet Revolver, o melhor é... ouvir Velvet Revolver.

Scott Weiland não é nenhum Axl Rose, longe disso.

Mas, sempre na opinião do blog, canta bem mais que Miles.

Ou seja, pra que ouvir "Slither" com Miles? E -- pra piorar -- sem Duff Mckagan e Matt Sorum?

O blog não vê motivos.


***


Seguindo...

O resto do repertório se divide entre músicas do CD solo de Slash e outras dos dois discos do Slash's Snakepit.

E aí os problemas continuam...

Primeiro porque Myles dá uma detonada nas músicas do CD solo de Slash, principalmente nas duas melhores, "Ghost" e "By The Sword".

E tem mais: inexplicavelmente, Slash parece gostar bastante do segundo (e terrível) álbum do Snakepit.

E escolhe três músicas desse disco para o show: "Been There Lately", "Mean Bone" e "Speed Parade".

Miles canta muito (mais muito) mais que Rod Jackson, o vocalista do segundo álbum do Snakepit.

E isso é bom.

Mas o problema é que as músicas não ajudam.

Veja só o caso de "Been There Lately".

O blog acha que precisaria de um Axl Rose pra salvar uma música tão fraquinha como esta...


VÍDEO Slash - "Been There Lately"
Vídeo oficial do DVD "Made In Stoke", gravado ao vivo no Victoria Hall, em Stoke-on-Trent, Inglaterra, em 24 de julho de 2011




Curiosamente, as outras duas músicas do Snakepit 2 -- "Speed Parade" e "Mean Bone" -- são as únicas razões concretas que o blog consegue encontrar para assistir/ouvir esse DVD.

Miles "salva" essas músicas com uma interpretação OK, infinitamente superior à de Rod Jackson.


***


Nada mais se salva, então?

Opa, vamos com calma...

Obviamente, as preferidas do blog são as que não tem Myles:

As instrumentais "Watch This" e "Godfather Theme".

E a basicona "Doctor Alibi", que tem Todd Kerns nos vocais.


***


Ah...

E para você leitor e você leitora fãs de Myles não ficarem muito bravos...

O blog acha que Myles encaixa bem em pelo menos uma música...

Ele canta "Promise" de um jeito bem mais que aceitável.


***


Mas claro que tudo isso é só a opinião do blog.

Se você pensar diferente e gostar de ouvir Myles cantar, então considere-se um(a) sortudo(a).

O novo DVD de Slash será um banquete para seus ouvidos.

(PS: pra quem gosta e pode, tem também no formato Blu-ray.)



LEIA MAIS:

• Veja o arquivo do blog sobre Slash


Encontre: Slash; Duff Mckagan; Guns n' Roses; Appetite For Destruction; Axl Rose





11.11.2011=185.288

sexta-feira, 14 de maio de 2010

SLASH O que eles estão dizendo do disco de Slash (parte 4)

Texto: Lucky Loccy (DIREITOS RESERVADOS/REPRODUÇÃO PROIBIDA)
Fontes: Indicadas abaixo

Quarta parte da tradução exclusiva do blog para as resenhas do Disco Solo de Slash que estão saindo na web.




Encontre: Disco Solo de Slash



Aí vai...

- Slash é uma lenda e toca muito. A premissa de seu álbum solo é simples: um vocalista para cada faixa e diversos estilos de música. Tony Iommi do Black Sabbath já fez algo parecido com isso e Dave Grohl também. Mas o disco de Slash é mais coeso. O som da guitarra de Slash está em todo o álbum, assim como a alta qualidade de sua música. O problema é que seu som lembra Guns n' Roses demais e os cantores muitas vezes soam muito parecidos com um certo Mr. Axl Rose. Outro problema é que algumas faixas passam e não deixam uma forte impressão no ouvinte. Elas não são ruins, mas também não são impressionantes.
Por Dan Swinhoe, da Detour Magazine





- "Slash" é o produto de um homem que já ascendeu ao panteão dos deuses do rock. O bizarro é que, apesar disso, aqui Slash se transforma em um "músico de apoio" para cantores famosos (Ozzy, Lemmy, Iggy). Enquanto eles cantam, Slash faz a base ao fundo. Claro que na hora dos solos Slash e sua Les Paul "cantam" tão bem quanto sempre fizeram (particularmente em "Watch This"). O disco mostra que o velho cachorrão Slash ainda tem um coração rock n' roll. Mas que, hoje em dia, bate um pouco mais devagar.
Por Paul Gibson, do HecklerSpray.com





- Slash nunca tentou cantar. Então ele chamou seus amigos famosos para cantar em seu disco. É um risco. Tudo poderia ter terminado como uma coleção desconexa de músicas em que só a guitarra importa. Por sorte, "Slash" é um bom álbum de hard rock com alguns momentos memoráveis. Na faixa "Beautiful Dangerous", Slash faz uma base animal de rock e Fergie responde soando mais como Ann Wilson do que como ela mesma.
Por Andrew Watt, do site Hey Hey, My My





- Os fãs radicais estão se perguntando: Como Slash pode convidar Adam Levine e Fergie para cantar no seu álbum solo? Eles parecem se esquecer que Slash é um cara que já tocou com dezenas de outros artistas de fora da cena do rock, a começar por Michael Jackson. Slash é o tipo do cara que não tem vergonha de trocar tudo por uma boa música. O disco mistura rock, blues, metal e até pop. Sua guitarra é acompanhada pela bateria de Josh Freese (ex-Nine Inch Nails) e o baixo de Chris Chaney (ex-Jane's Addiction). "Ghost" é um rockão clássico, uma ode aos velhos e bons tempos, especialmente quando entra em cena a guitarra de Izzy Stradlin. É puro Rock n' Fuckin' Roll, divertido e sem remendos. Fergie canta "Beautiful Dangerous" com a atitude e a energia de Pat Benatar quando jovem. E "Watch This" com Dave Grohl e Duff McKagan é uma faixa matadora. Aqui, não há exibicionismo gratuito e nem traços do pseudo-perfeccionismo de "Chinese Democracy".
Por Talia Soghomonian, do site Musicomh.com





- Slash finalmente emerge da sombra de Axl Rose e mostra do que é capaz sozinho. Apesar de todos os convidados estelares, aqui é Slash quem dá as cartas. Mas o show de Slash não é tão legal quanto poderia ser. Slash é um cara tão talentoso que eu esperava por um disco atordoante. Mas a maioria das músicas soa parecida com Dokken, com a produção muito limpinha, letras bobas e power chords. "Crucify the Dead", com Ozzy, soa como um lado B fraquinho de "Bark at the Moon". "Watch This", com Dave Ghrol e Duff Mckagan, atiça mas nunca chega a explodir. "By the Sword" apenas esbarra com a grandeza. "Doctor Alibi" traz um Slash feroz mas Lemmy parece velho e cansado demais. As melhores são "Beautiful Dangerous", qua traz Fergie encarnando Axl Rose. E quem diria que a colaboração com Adam Levine daria certo? A música "Gotten" tem o melhor solo do disco. Mas no final falta algo. Ou algo está fora de lugar. Talvez Slash precise da insanidade de Axl Rose.
Por Associated Press, do site MLive.com





- O disco de Slash oscila entre o pop e o rock. Mostra lados pouco conhecidos de Slash. Se você estiver esperando pela monstruosidade do Guns n' Roses, vai se decepcionar. Esse disco é mais para aquelas pessoas que acham "Appetite for Destruction" muito agressivo. "Gotten" mistura bem o pop do Maroon 5 com um solo expressivo de Slash. Mas "Beautiful Dangerous", com Fergie, é um desastre. Muitas faixas soam mais somo se fossem faixas dos cantores convidados do que do próprio Slash. Um exemplo disso é "I Hold On". É irônico, mas o álbum solo de Slash parece ser um caso único em que a estrela do disco dá mais espaço aos convidados do que a ela mesma. As melhores músicas são aquelas com os veteranos do rock: "Doctor Alibi" com Lemmy e "We’re All Gonna Die" com Iggy. Essas músicas, ao mesmo tempo, mostram as limitações de Slash. O álbum é legal mas não é sensacional.
Por Tim Grierson, do About.com Guide






- Slash é considerado um dos grandes guitarrists de todos os tempos. E se você olhar a lista de nomes que ajudam Slash nesse disco -- Ian Astbury, Ozzy, Chris Cornell, Dave Grohl, Iggy Pop, Lemmy -- você vê que o guitarrista cercou-se de talentos à sua altura. Desde a primeira faixa, Slash mostra que não quer se exibir, e sim tocar para o vocalista. "Ghost" parece Slash tocando Cult e não Astbury numa faixa do Guns n' Roses. O mesmo acontece com "Crucify The Dead", com Ozzy Osbourne. Fergie surpreende em "Beautiful Dangerous" e Miles Kennedy revela uma química inesperada com Slash em "Back From Cali". Em "By The Sword", mais uma vez Slash se coloca a serviço do cantor. "Nothing To Say" tem um riff que seria ousado demais para o mainstream metal da banda do cantor M. Shadows. E Iggy Pop soa raso em "We’re All Gonna Die", fechando o disco em um tom azedo. Slash poderia ter feito um disco em que se exibiria em solos e mais solos. Mas ele faz o contrário: abandona por muitas vezes tudo o que esperamos dele e nos mostra lados que não conhecíamos.
Por Chris DeLine, do site CultureBully.com




LEIA MAIS:

• Veja o arquivo do blog sobre o disco solo de Slash
• Veja o arquivo do blog sobre Slash
• Veja o arquivo do blog sobre resenhas



Encontre: Disco Solo de Slash; Slash; guitarra; Velvet Revolver; Guns n' Roses











domingo, 9 de maio de 2010

SLASH O que eles estão dizendo do disco de Slash (parte 3)

Texto: Lucky Loccy (DIREITOS RESERVADOS/REPRODUÇÃO PROIBIDA)
Fontes: Indicadas abaixo


Terceira parte da tradução exclusiva do blog para a leva de resenhas do disco de Slash que está saindo na web.




Encontre: Disco Solo de Slash



Aí vai...


- O álbum solo do ex-guitarrista do Guns n' Roses exala auto-contentamento. Ouvir Astbury, Ozzy, Lemmy e Iggy cantando rocks de macho é desanimador. "Ghost" abre com um riff que lembra "Sweet Child o' Mine", o que nos leva à pergunta: "Quem precisa de Axl?". A resposta mais honesta é: Slash. O que as músicas desse disco mostram é que nada que Slash ou Axl fizerem sozinhos jamais será tão bom quanto o que eles fizeram juntos.
Por Dan Cairns, do Sunday Times





- Slash nunca tentou cantar então ele chamou seus amigos famosos para cantar em seu disco. É um risco. Tudo poderia ter terminado como uma coleção desconexa de músicas em que só a guitarra importa. Por sorte, trata-se de um bom álbum de hard rock com alguns momentos memoráveis. Na faixa "Beautiful Dangerous", Slash faz uma base animal de rock e Fergie responde soando mais como Ann Wilson do que como ela mesma.
Por Andrew Watt, do site Hey Hey, My My





- Os fãs radicais estão se perguntando: Como Slash pode convidar Adam Levine e Fergie para cantar no seu álbum solo? Eles parecem se esquecer que Slash é um cara que já tocou com dezenas de outros artistas de fora da cena do rock, a começar por Michael Jackson. Slash é o tipo do cara que não tem vergonha de trocar tudo por uma boa música. O disco mistura rock, blues, metal e até pop. Sua guitarra é acompanhada pela bateria de Josh Freese (ex-Nine Inch Nails) e o baixo de Chris Chaney (ex-Jane's Addiction). "Ghost" é um rockão clássico, uma ode aos velhos e bons tempos, especialmente quando entra em cena a guitarra de Izzy Stradlin. É puro Rock n' Fuckin' Roll, divertido e sem remendos. Fergie canta "Beautiful Dangerous" com a atitude e a energia de Pat Benatar quando jovem. E "Watch This" com Dave Grohl e Duff McKagan é uma faixa matadora. Aqui, não há exibicionismo gratuito e nem traços do pseudo-perfeccionismo de "Chinese Democracy".
Por Talia Soghomonian, do site Musicomh.com





- Slash finalmente emerge da sombra de Axl Rose e mostra do que é capaz sozinho. Apesar de todos os convidados estelares, aqui é Slash quem dá as cartas. E o show de Slash não é tão legal quanto poderia ser. Slash é um cara tão talentoso que eu esperava um disco atordoante. Mas a maioria das músicas soa parecida com Dokken, com a produção muito limpinha, letras bobas e power chords. "Crucify the Dead", com Ozzy, soa como um lado B fraquinho de "Bark at the Moon". "Watch This", com Dave Ghrol e Duff Mckagan, atiça mas nunca chega a explodir. "By the Sword" apenas esbarra com a grandeza. "Doctor Alibi" traz um Slash feroz mas Lemmy parece velho e cansado demais. As melhores são "Beautiful Dangerous", qua traz Fergie encarnando Axl Rose. E quem diria que a colaboração com Adam Levine daria certo? A música "Gotten" tem o melhor solo do disco. Mas no final falta algo. Ou algo está fora de lugar. Talvez Slash precise da insanidade de Axl Rose.
Por Associated Press, do site MLive.com





- O disco de Slash oscila entre o pop e o rock. Mostra lados pouco conhecidos de Slash. Mas se você estiver esperando pela monstruosidade do Guns n' Roses, então vai se decepcionar. Esse disco é mais para aquelas pessoas que acham "Appetite for Destruction" muito agressivo. "Gotten" mistura bem o pop do Maroon 5 com um solo expressivo de Slash. Mas "Beautiful Dangerous", com Fergie, é um desastre. Muitas faixas soam mais somo se fossem faixas dos cantores convidados do que do próprio Slash. Um exemplo disso é "I Hold On". É irônico, mas o álbum solo de Slash parece ser um caso único em que a estrela do disco dá mais espaço aos convidados do que a ela mesma. As melhores músicas são aquelas com os veteranos do rock: "Doctor Alibi" com Lemmy e "We’re All Gonna Die" com Iggy. Essas músicas, ao mesmo tempo, mostram as limitações de Slash. O álbum é legal mas não é sensacional.
Por Tim Grierson, do About.com Guide





- Slash é considerado um dos grandes guitarrists de todos os tempos. E se você olhar a lista de nomes que ajudam Slash nesse disco -- Ian Astbury, Ozzy, Chris Cornell, Dave Grohl, Iggy Pop, Lemmy -- você vê que o guitarrista cercou-se de talentos à sua altura. Desde a primeira faixa, Slash mostra que não quer se exibir, e sim tocar para o vocalista. "Ghost" parece Slash tocando Cult e não Astbury numa faixa do Guns n' Roses. O mesmo acontece com "Crucify The Dead", com Ozzy Osbourne. Fergie surpreende em "Beautiful Dangerous" e Miles Kennedy revela uma química inesperada com Slash em "Back From Cali". Em "By The Sword", mais uma vez Slash se coloca a serviço do cantor. "Nothing To Say" tem um riff que seria ousado demais para o mainstream metal da banda do cantor M. Shadows. E Iggy Pop soa raso em "We’re All Gonna Die", fechando o disco em um tom azedo. Slash poderia ter feito um disco em que se exibiria em solos e mais solos. Mas ele faz o contrário: abandona por muitas vezes tudo o que esperamos dele e nos mostra lados que não conhecíamos.
Por Chris DeLine, do site CultureBully.com




LEIA MAIS:

• Veja o arquivo do blog sobre Slash
• Veja o arquivo do blog sobre o disco solo de Slash
• Veja o arquivo do blog sobre resenhas



Encontre: Disco Solo de Slash; Slash; guitarra; Civil War; Velvet Revolver; Guns n' Roses; Appetite For Destruction; Axl Rose; Camiseta do Guns n' Roses; Izzy Stradlin;









quinta-feira, 29 de abril de 2010

SLASH O que eles estão dizendo do disco de Slash (parte 2)

Texto: Lucky Loccy (DIREITOS RESERVADOS/REPRODUÇÃO PROIBIDA)
Fontes: Indicadas abaixo


Mais e mais resenhas sobre o disco de Slash estão saindo na web.




Encontre: Disco Solo de Slash



Veja a tradução exclusiva do blog para novas resenhas publicadas em diversos sites.


- Chegou o disco que os fãs de Slash esperavam. Sempre gostei das colaborações de Slash com outros artistas, como "Give in to Me" com Michael Jackson e "I Ain’t No Nice Guy" com Motorhead e Ozzy. Slash é um cara com estilo das antigas e fiquei preocupado ao ver o nome de Fergie e Adam Levine na lista de vocalistas. "Ghost" traz Ian Astbury cantando por cima um riff e um refrão legais. Mas não é uma música matadora. "Crucify the Dead" tem um solo pouco bombástico e parece uma faixa meia-boca de um disco de Ozzy, não uma colaboração destruidora que eu esperava. "Beautiful Dangerous" traz Fergie. Você espera o pior mas a música é boa. E essa música é facilmente a melhor coisa que eu já ouvi Fergie cantar. "Back From Cali" poderia ser uma faixa do Velvet Revolver. Kennedy tem um ótimo alcance vocal mas falta alguma coisa. "Promise" traz Chris Cornell e ele alcança notas altas. "By the Sword" traz Andrew Stockdale do Wolfmother, um dos novos amigos de Slash. Eu não vejo muito no Wolfmother mas Stockdale impressiona nesta faixa. Em alguns momentos ele lembra *suspiro* Axl Rose. Slash completa o jogo com um solo monstruoso. "Gotten" começa bem mas assim que Adam Levine abre a boca parece que você está ouvindo uma música do Maroon 5. Mas a faixa melhora. "Doctor Alibi" traz Lemmy. Que contraste com Levine! Muda tudo. A música é puro Motorhead. "Watch This" com Dave Grohl e Duff McKagan é tão animal quanto eu esperava. "I Hold On" lembra Kansas ou Lynrd Skynrd e a música funciona. "Nothing to Say" parece uma música do Iron Maiden e Slash soa como se estivesse incorporando os deuses do metal. "Starlight" poderia estar em "Use Your Illusion". Eu não conheço Rocco DeLuca mas depois de ouvir "Saint is a Sinner Too" eu vou procurar conhecê-lo melhor. "We’re All Gonne Die" é uma das músicas mais simples do disco mas Iggy faz ela funcionar.
No geral, esse álbum poderia ser um fracasso. Mas Slash faz a toda coisa dar certo. Eu recomendo.
Por Michael Dickinson, do site ClinkMusicMagazine.com



- Desde que surgiu no Guns n' Roses, Slash tem hipnotizado inúmeros seguidores. Seu disco solo tem conteúdo questionável. As 14 faixas são suficientes para despertar a atenção de quem cresceu ouvindo Slash, mas oferecem pouco além de nostalgia. "I Hold On" é um dos melhores momentos do álbum. Alguns truques de produção deixam alguma faixas suaves demais. Faixas que poderiam ser boas como "Doctor Alibi" acabam soando como auto-paródias. O álbum termina com "We’re All Gonna Die", uma música quase infantil, na qual Iggy Pop grita "We’re all gonna die/So let’s get high/We’re all gonna die/So let’s be nice" ("Nós todos vamos morrer/ então vamos ficar doidões/Nós todos vamos morrer/Então vamos ser legais")
Por Graham Marlowe, do site UWMPost.com



- "Ghost", com Ian Astbury e Izzy Stradlin, começa com um típico riff de Slash e tem um solo que lembra "Appetite for Destruction". É uma das melhores do álbum. Slash chamou muitos grandes nomes como Ozzy Osbourne, Chris Cornell, Iggy Pop, Kid Rock, Dave Grohl e até Fergie. O problema é que eles ficam aquém das expectativas. Isso pode ter acontecido porque Slash não é exatamente um grande compositor. E parece que Slash ajustou as músicas de acordo com o estilo de cada vocalista. "Crucify the Dead" soa como uma música de um disco de Ozzy. Boa parte do disco é "suave" e pronta para tocar no rádio.
Por Sean Caffrey-Agoglia, do site SubWolfTank









- O álbum tem toques do trabalho de Slash no Velvet Revolver misturado com riffs que lembram seus dias com o Guns n' Roses. As músicas não soam tão selvagens como "Appetite for Destruction", elas estão mais para o estilo de "Use Your Illusion", mas sem o drama de Axl Rose. Slash gravou com 13 cantores diferentes e uns funcionam melhor do que os outros. Ozzy soa fora de lugar, mas Ian Astbury e Myles Kennedy se encaixam bem com Slash. Nunca imaginei que Fergie pudesse cantar como ela canta em "Beautiful Dangerous". E a música com Chris Cornell é melhor do que todas que ele fez com o Audioslave. O álbum não tem muita coesão, mas e daí? Slash não fez o disco para impressionar ninguém, ele fez a música que queria fazer e pronto. Eu aprovo. E acho que é o disco é muito melhor que o "Chinese Democracy" de Axl.
Por Phil Catelinet, do blog FiveGuysProductions.com



- Oh meu Deus. Slash deu uma de Santana. O álbum solo do guitarrista segue o rumo de "Supernatural" de Santana. Mas no lugar das vibrações latinas, entram os riffs. Com tantas contribuições diferentes, o álbum é um camaleão sonoro, mas você sabe que Slash está lá o tempo todo. Quase todas as músicas tem um riff bom e um solo animal. Músicas como "By the Sword" (com Andrew Stockdale) mostram o poder do riff. "Doctor Alibi" com Lemmy Kilmister e "Crucify the Dead" com Ozzy Osbourne são bons rockões. Até nas baladas meio bregas como "Gotten" (com Adam Levine) Slash consegue encaixar solos cheios de blues. Os pontos baixos do álbum são as músicas com Fergie e Kid Rock. Nota B-.
Por Nick Weingartner, do site DailyCollegian



Nunca é fácil para um guitarrista que não canta fazer um álbum solo que não seja instrumental. No caso particular de Slash, a coisa fica mais complicada porque ele não é exatamente um cara que compõe grandes músicas. Tanto no Guns n’ Roses quanto no Velvet Revolver, a maioria das músicas boas foram feitas por outros caras. O fato de que o disco é entediante não deveria ser uma surpresa para ninguém. O disco é ao mesmo tempo surpreendente e completamente previsível. "Watch This", uma faixa instrumental com Duff McKagan e Dave Grohl é, sem dúvida, a melhor faixa do disco. Faz com que você deseje que Slash tivesse feito esse disco sem nenhum vocalista. Mas ele usa um cantor diferente em cada faixa. O que surpreende é que "Beautiful Dangerous", com Fergie, é a única faixa que vale ouvir além de "Watch This". No resto das faixas, Slash usa Lemmy, Ian Astbury (The Cult), Ozzy, Kid Rock e, que horror, Adam Levine. Nenhuma delas funciona. A única coisa boa que pode vir desse disco é que ele pode afundar e convencer Slash a fazer um disco solo instrumental. Ou, pelo menos, um disco de duetos com Fergie.
Por Patrick Ferrucci, do site NHRegister.com. Seu e-mail é pferrucci@newhavenregister.com.









- Não sei o que aconteceu, mas o álbum solo de Slash se tornou um acontecimento. Talvez ele tenha contratado uma boa agência de publicidade. A primeira vez que eu ouvi falar do álbum foi com o cover de "Paradise City" com Fergie nos vocais. A faixa nem está no álbum, mas o fato de Fergie estar nela gerou o interesse de muita gente pelo álbum. E com todo o barulho em torno do álbum de Slash, é engraçado que as pessoas parecem mais interessadas em uma possível reunião do Guns n' Roses do que no álbum em si. "Crucify the Dead" tem letras que obviamente são sobre Axl. Ozzy, que fez a letra, usa as palavras "guns" e "roses" na mesma estrofe. Slash diz que não escreveu a letra e que Ozzy garantiu a ele que não eram sobre Axl. Depois Slash saiu por aí falando que Axl era fenomenal e que gostaria de falar de novo com ele. Mas Slash diz que não fala com Axl porque sabe o quanto que o cantor o odeia. O que na verdade é um jeito disfarçado de dizer "eu tô louco para voltar ao Guns n' Roses mas Axl não quer". O que é provavelmente verdade. Eu estava esperando Axl dizer algo sobre isso mas ele está se mantendo quieto. Enquanto isso, o álbum de Slash sobre nas paradas.
Por Mitch Michaels, do site 411Mania.com



- O álbum é bem bom. É como se Slash fizesse um churrascão em sua casa e todos os seus amigos do rock (mais Fergie) aparecessem para fazer uma jam -- incluindo todo mundo do Guns n' Roses menos Axl Rose, que provavelmente estava ocupado brigando em algum aeroporto. Ozzy parece um velho cantando. Eu esperava odiar "Beautiful Dangerous" com Fergie, mas de algum modo ele manda bem e o refrão da música é um dos mais memoráveis do disco. "Watch This", com Dave Grohl e Duff McKagan, é uma jam instrumental monstruosa que deixa claro o quanto de talento esses caras têm. As outras músicas são boas e o disco é bem melhor do que "Chinese Democracy".
Por Jeff, do site BehindTheHype.com



LEIA MAIS:

• Veja o arquivo do blog sobre Slash
• Veja o arquivo do blog sobre o disco solo de Slash
• Veja o arquivo do blog sobre resenhas



Encontre: Disco Solo de Slash; Slash; guitarra; Civil War; Velvet Revolver; Guns n' Roses; Appetite For Destruction; Axl Rose; Camiseta do Guns n' Roses; Izzy Stradlin;









GUNS N' ROSES Tom Morello adora "Appetite"

Texto: Lucky Loccy (DIREITOS RESERVADOS/REPRODUÇÃO PROIBIDA)
Foto: Rock.Soniquo.com


Sabe o guitarrista Tom Morello, do Rage Against the Machine e do Audioslave?






Pois é.

Ele gosta bastante de "Appetite For Destruction".







Gosta tanto que fez uma definição interessante do disco.

"Um relâmpago capturado numa garrafa".

Veja o que ele disse:


- Do começo até o fim, "Appetite" é como um relâmpago capturado numa garrafa. Uma combinação inacreditável de química da banda, grande rock e atitude. Tudo isso fermentado à perfeição.


O blog tem certeza de que Morello não disse isso apenas porque é amigo de Slash.






E o leitor do blog sabe que não é de hoje que Slash e Tom são parceiros...


• Slash manda "It's So Easy" em nova jam monstro de Tom Morello
• Slash toca em jam monstro de Tom Morello



Encontre: Appetite For Destruction; Audioslave; Rage Against the Machine



***


A declaração de Tom Morello está na lista de 50 maiores discos de metal do site MusicRadar.com.

"Appetite For Destruction" ficou em terceiro lugar na lista.

Veja o que o site diz sobre o disquinho:

- O melhor disco de estréia de todos os tempos já vendeu mais de 33 milhões de cópias. Nada mal para um bando de moleques magrelas que tocavam nos clubes de Los Angeles. Não interessa que o terceiro melhor álbum de metal desta lista seja um disco de hard rock. Para muitas pessoas, esse é o melhor álbum de todos os tempos, independente do gênero a que ele pertença.


O blog pede licença para assinar embaixo.



LEIA MAIS:

• Veja o arquivo do blog sobre o disco "Appetite for Destruction"
• Veja o arquivo do blog sobre o Guns n' Roses
• Veja o arquivo do blog sobre Tom Morello


Encontre: Audioslave; Rage Against the Machine; Appetite For Destruction; Slash; guitarra; Guns n' Roses









quarta-feira, 21 de abril de 2010

SLASH O que eles estão dizendo do disco de Slash

Texto: Lucky Loccy (DIREITOS RESERVADOS/REPRODUÇÃO PROIBIDA)
Fontes: DailyPrincetonian.com; ConsequenceOfSound; Ocala.com; Cavalierdaily.com; Winnipegfreepress.com; MTV.com; TheUrbanWire.com; Dayly Athenaeum; ShipwreckIslandStudios.com


As resenhas sobre o disco solo de Slash estão saindo em todo lugar.





Veja a tradução exclusiva do blog para resenhas publicadas em diversos sites


- No seu debut solo, Slash é ajudado por pop stars e dinossauros do rock. O problema todo é que Slash não consegue cantar e Axl Rose não está disposto a ajudar. Com colaboradores que vão de Ozzy a Fergie, o álbum é um pastiche de estilos. "Ghost, com Ian Astbury, é a melhor faixa do disco. Aqui Slash conta com a ajuda de Izzy Stradlin, que faz o som perfeito para complementar seus riffs. "Crucify the Dead", com Ozzy, é meio paradona e tem vocais letárgicos. "Beautiful Dangerous" é outra das boas do disco. Fergie recria os berros agudos de Axl Rose em uma boa mistura de pop com metal. Chris Cornell, por sua vez, soa diluído em "Promise". Ainda assim ele está melhor do que Adam Levine em "Gotten", uma música que parece um refugo do Maroon 5, ou uma tentativa frustrada de recriar "November Rain". Quem estiver esperando por algum clássico na linha do Guns n' Roses vai se desapontar. Dois terços do álbum são fracos, mas o terço que presta vale a pena ser ouvido. Slash teria feito melhor se gravasse um álbum instrumental.
Por Raleigh Allison, do site DailyPrincetonian.com


***


- O Guns n' Roses foi uma das melhores bandas do mundo. A banda alcançou milhões de pessoas no mundo todo e até hoje toca em festas e karaokês. Depois os membros da banda foram saindo um por um e só sobrou Axl Rose. Nesse tempo, nenhum dos ex-gunners se manteve tão popular quanto Slash. Ele está no topo de quase todas as listas de melhores guitarristas do mundo e isso não é à toa. Por isso eu estava intrigado com o álbum solo de Slash. Seria um disco no estilo dos discos de John Frusciante? Será que Slash se arriscaria a cantar? Ou seria um disco no estilo de "Supernatural", de Santana? Eu ouvi o disco e acho que ele se parece mais com o disco de Santana.
Grandes talentos ajudam Slash, como Ian Astbury, Ozzy Osbourn, Iggy Pop, Lemmy e Dave Grohl. Mas a força desses nomes não salva o disco. O disco é bem produzido mas o som é limpo demais para um disco de hard rock. Slash poderia fazer um álbum mais "sujo". A voz de Lemmy, por exemplo, não combina muito com "Doctor Alibi". A música é decente, mas soaria muito melhor se os instrumentos tivessem sido gravados de um jeito mais "sujo" para combinar com a voz de Lemmy. O disco também tem caras que te fazem perguntar: "Que porra é essa?!". Você não acredita que eles estejam tocando com Slash. Na música "Gotten", com Adam Levine do Maroon 5 (?!), parece que Slash tenta repetir a fórmula de Rob Thomas no disco "Supernatural" de Santana, mas não chega nem perto de ter o mesmo resultado. Parece só uma música do Maroon 5 com um solo de Slash no meio. Fergie?! Não dá pra entender. A música é tão pesada quando você imaginaria uma música de rock com... Fergie.
Andrew Stockdale, do Wolfmother, até faz sentido. Porque ele também é guitarrista. E a música "By the Sword" não é nem um pouco ruim. Além do que, seus vocais "axl-rosianos" se encaixam bem na música. O mesmo pode ser dito dos vocais do obscuro cantor Rocco Deluca na música "Saint is a Sinner Too", que me lembra muito Led Zeppelin. Os vocais de Deluca lembram Robert Plant e a guitarra de Slash evoca "Stairway to Heaven".
Os vocais de Chris Cornell em "Promise" e de Ian Astbury em "Ghost" estão entre os melhores do disco (junto com os de Stockdale e Deluca). "Ghost" é provavelmente a minha faixa favorita. Já a performance de Cornell é sólida e acho que ele deveria sair em turnê com Slash no lugar de Myles Kennedy. Outra boa faixa é "Watch This", que tem Dave Grohl na bateria e Duff no baixo.
As outras faixas com Kid Rock, M. Shadows e Myles Kennedy não têm nada de mais. No geral, o disco não é horrível. Tem bons momentos, mas as partes ruins dão uma certa reviravolta no estômago. É uma espécie de "Supernatural" (o disco de Santana) que não dá muito certo. Mas é bem melhor que "Chinese Democracy". Ouviu, Axl?
Por Nick Freed, do site ConsequenceOfSound


• Disco Solo de Slash
• Slash
• "In Bed with Axl"


- Slash se transformou numa espécie de ícone da guitarra. Seu primeiro álbum solo traz um monte de riffs de rock e uma constelação de vocalistas famosos. Há muitos riffs e solos inspirados. Depois de ouvir você fica torcendo para o Guns n' Roses voltar. O problema é que as performances vocais do disco não são muito inspiradas. O disco pode servir, então, como um aperitivo para o futuro: um novo CD do Velvet Revolver, um novo disco solo de Slash, ou a tão esperada reunião do Guns n' Roses. Que será a maior de todas as reuniões do rock n' roll.
Por Eric Barnes, do site Ocala.com


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- Bem-vindos à selva de Slash. Slash não é um cantor talentoso, então decidiu seguir o caminho de Santana e lançou seu álbum solo com ajuda de diversos cantores. "Promise" com Chris Cornell é a melhor de todas. O riff não é exatamente típico de Slash, mas funciona muito bem. As faixas com Miles Kennedy são sólidas também. Outras boas do disco são "Watch This", uma instrumental com Dave Grohl e Duff McKagan. "Nothing to Say", com M. Shadows do Avenged Sevenfold, é provavelmente a faixa mais criativa do disco e M. Shadows lembra Axl Rose cantando com sua voz grave. E mais: Slash toca um lick de guitarra na marca de 1m52s que produz um efeito bem interessante. Slash até se mostra disposto colocar um tempero pop em sua música com "Beautiful Dangerous", que traz Fergie nos vocais. Há também momentos fracos no disco, como "Doctor Alibi" com Lemmy do Motorhead. A primeira metade do disco soa previsível com o esquema riff-verso-refrão-verso-refrão-verso-refrão-solo-final. O álbum é desigual, o que se podia esperar com um cantor para cada música. Mas tem mais bons do que maus momentos.
Por JP Stroman, do site Cavalierdaily.com


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- Se o Black Eyed Peas não der certo, Fergie pode ter um futuro no hard rock. A faixa de Fergie é uma das melhores do álbum solo de Slash. Outras boas são as faixas "Doctor Alibi", com Lemmy Kilmister, "Promise", com Chris Cornell, e a instrumental "Watch This", com Dave Grohl e Duff McKagan. Há também faixas fracas com Adam Levine (Maroon 5), Myles Kennedy (Alter Bridge) Rocco DeLuca, Kid Rock e Iggy Pop.
Por Rob Williams, do site Winnipegfreepress.com


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- Finalmente Slash assume o centro das luzes com seu primeiro álbum solo. O disco debutou em terceiro lugar na Billboard e traz uma tremenda coleção de canções de hard rock. As parcerias com Andrew Stockdale, Ian Astbury, Chris Cornell e Dave Grohl funcionam bem. Mas as músicas com Fergie e Myles Kennedy não dão certo.
Por Kyle Anderson, da MTV.com


• Guitarra
• Velvet Revolver
• Guns n' Roses


- Slash cala seus críticos com o lançamento de seu álbum solo. O disco apresenta uma lista de "quem é quem" na música como vocalistas convidados. Desde a sexy Fergie ao playboy Adam Levine, e até mesmo o padrinho do metal, Ozzy Osbourne. Slash mostra que pode soar brutal e melódico em diversos gêneros de música. "Beautiful Dangerous" é a mais controversa do álbum. Slash tem sido acusado de se vender por chamar Fergie para cantar, mas a música é uma das melhores do disco. É legal ver Fergie largar o hip-hop e mandar ver num rockão. Mas há músicas que não funcionam. A colaboração com M. Shadows em "Nothing to Say" é medíocre e repetitiva. Outra faixa que não dá certo é "Saint is a Sinner". A música é boa mas os vocais de Rocco de Luca desapontam. Nota 3.5 de 5.
Por Amiril Muhaimin, do site TheUrbanWire.com


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- Slash pode figurar na lista dos maiores guitarristas de todos os tempos ao lado de Pete Townsend, Jimmy Page, Angus Young, Keith Richards e Jimi Hendrix. Em seu disco solo, Slash libera sua criatividade represada durante duas décadas de maneira espetacular, com a ajuda de uma série de colaborações de peso nos vocais. Muitos ouvintes poderiam esperar que a faixa de Slash com Ozzy Osbourne seria a melhor do álbum. Mas não é. A melhor faixa é "Beautiful Dangerous", que tem vocais de... Fergie! Outra faixa que se destaca é "Ghost", com Ian Astbury, do The Cult. Há, porém, uma ausência notável no álbum: a voz de Axl Rose.
Por Marc Basham, do site Dayly Athenaeum


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- Os riffs de Slash em "Welcome to the Jungle", "Paradise City" e "Sweet Child o’ Mine" vão sobreviver por muito tempo, inclusive depois que Slash tiver deixado esse mundo. Em seu primeiro álbum solo, o guitarrista recrutou um mix eclético de artistas para cantar, incluindo legendas como Ozzy, Iggy, Lemmy e estrelas contemporâneas como Adam Levine, Fergie e M. Shadows. Apesar de ter o nome de Slash na capa, o disco soa mais como uma reunião de estrelas com a guitarra de Slash esmerilhando ao fundo. A ótima faixa com Fergie tem vocais sedutores e fica difícil de acreditar que é ela mesmo quem está cantando! "By The Sword" é uma colaboração fantástica que deixa no ar a vontade de ouvir um disco inteiro feito por Slash e Andrew Stockdale. Já os vocais de Adam Levine não se encaixam bem em "Gotten". Nota: 3.97/5
Por Jere, do site ShipwreckIslandStudios.com



LEIA MAIS:

• Veja o arquivo do blog sobre Slash
• Veja o arquivo do blog sobre o disco solo de Slash



Encontre: Disco Solo de Slash; Slash; guitarra; Velvet Revolver; Guns n' Roses; Appetite For Destruction; Axl Rose; Camiseta do Guns n' Roses; Izzy Stradlin;




quinta-feira, 1 de abril de 2010

RESENHA Quem não gosta de "Appetite" bom sujeito não é...

Texto: Lucky Loccy (DIREITOS RESERVADOS/REPRODUÇÃO PROIBIDA)
Fonte: CoolPowers.com


Sinceramente, se você não gostar desse álbum, eu não sei o que dizer.

É com essas palavras que Scott Mason encerra sua resenha sobre o até hoje insuperado "Appetite For Destruction".





O blog já disse e repete: é muito bom ler resenhas sobre o Guns n' Roses.

A resenha de Scott Mason sobre "Appetite" (que o blog traduz abaixo) entrou na lista "100 Albums You Should Own" (100 Discos que Você Precisa Ter) publicada no blog Freespeechmonster.com

Leia e vá correndo ouvir "Appetite"!


- Desde o começo até o final, esse álbum vai socar sua cara, chutar a sua bunda e fazer você balançar a cabeça. Da melhor maneira possível, é claro. "Welcome to the Jungle" é um puta rockão e você tem que amar uma música que tem um verso "I wanna watch you bleed" ("Eu quero ver você sangrar"). O resto do álbum é tão perverso quanto, com os vocais agressivos de Axl encaixando-se perfeitamente nas guitarras de Slash e Izzy Stradlin em porradões como "Nightrain", "Out Ta Get Me", "Rocket Queen" e "Mr. Brownstone". O disco tem ainda a obra-prima "Paradise City" e a incrível balada "Sweet Child O’ Mine", na qual Axl mostra seu lado mais doce e Slash exibe seu incrível talento e faz aquele que deve ser o seu melhor solo de guitarra. Sinceramente, se você não gostar desse álbum, eu não sei o que dizer.


O blog já disse e repete:

Deve ser bom esse tal de "Appetite for Destruction", hein?


LEIA MAIS:

• Veja o arquivo do blog sobre o Guns n' Roses
• Veja o arquivo do blog sobre o "Appetite for Destruction"
• Veja o arquivo do blog sobre resenhas


Encontre: Slash; Guns n' Roses; Appetite For Destruction; Axl Rose


segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

RESENHA Sam gosta de "Appetite for Destruction"

Texto: Lucky Loccy (DIREITOS RESERVADOS/REPRODUÇÃO PROIBIDA)
Fonte: CoolPowers.com


O blog adora ler resenhas sobre o Guns n' Roses.

Essa que está traduzida abaixo foi escrita por um tal de Sam, no blog CoolPowers.com.

Sam fala sobre "Appetite For Destruction".





Sim, 22 anos depois, ainda tem gente escrevendo resenhas novas sobre "Appetite".


- Brutal e ao mesmo tempo palatável, "Appetite for Destruction" logo se destacou no meio da ridícula cena do glam-metal de Los Angeles que parecia tomar conta de toda a América. A faixa de abertura "Welcome to the Jungle", talvez a melhor faixa de abertura da história do rock, demole o mito de que L.A. era uma cidade ensolarada, mágica e colorida onde todos são ricos e usam roupas bonitas. Muito pelo contrário, como o alucinado Axl Rose faz questão de narrar na letra da música: "Bem-vindo à selva, a coisa fica pior por aqui a cada dia" ("Welcome to the jungle, it gets worse here everyday"), nos conta Axl, para logo depois gritar: "Você sabe onde está? Você está na selva baby! Você vai morrer!" ("You know where you are? You’re in the jungle baby! You’re gonna die!"). O álbum escancara o lado duro, sujo e decadente da sociedade americana, infestada de drogas, strippers, junkies e outros tipos baixos. Outras músicas clássicas de "Appetite" são "Sweet Child o' Mine", a única "power ballad" que faz jus a essa definição, "Mr. Brownstone", uma descrição do vício em heroína tão potente quanto "Heroin" e "I’m Waiting for the Man", de Lou Reed, e "Paradise City", um clássico festivo instantâneo. Como um todo, Appetite é melhor que qualquer outro disco de heavy metal lançado nos anos 80".


Deve ser bom esse tal de "Appetite for Destruction", hein?


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• Veja o arquivo do blog sobre o "Appetite for Destruction"
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