Os mexicanos esgotaram os ingressos do show do novo Guns n' Roses marcado para o Palacio de Los Desportes, na Cidade do México, no dia 5 de junho (na foto, detalhe da bandeira do México). Não há informações sobre quantos ingressos foram postos à venda, mas o Palacio de Los Desportes - onde o Guns n' Roses tocou em 1992 e 1993 - tem capacidade para cerca de 22.000 pessoas. O México será o ponto de partida da turnê 2007 do novo Guns n' Roses. Serão três shows no país: 02 de junho na Arena Monterrey, em Monterrey; 03 de junho na Arena VFG, em Guadalajara, além do show no Palacio de Los Esportes no dia 05 de junho. Após os três shows no México, a banda de Axl Rose tem shows marcados na Austrália, Nova Zelândia e Japão. Apesar de grande especulação há vários meses, não há datas anunciadas para shows no Brasil ou na América do Sul.
De acordo com o site oficial da banda, o set list dos shows na turnê 2007 não será muito diferente daqueles das turnês de 2002 e 2006: muitos clássicos como "Welcome To the Jungle" e "November Rain" e algumas poucas músicas novas como "Madagascar" e "Better", do eternamente adiado "Chinese Democracy". A expectativa de fãs de todo o planeta é que isso mude e Axl decida apresentar músicas novas de "Chinese Democracy" na turnê 2007. Se isso acontecer, os mexicanos terão o privilégio de ouvir essas músicas em primeiríssima mão.
Axl não toca no México desde 1993, quando o Guns - já desfigurado sem Izzy e Steven, mas ainda com Slash e Duff - fez cinco shows no país - inclusive no Palacio De Los Desportes (foto).A excelente venda de ingressos para os shows da turnê do novo Guns n' Roses em 2007 mostra que a expectativa dos fãs mexicanos em rever Axl é enorme, mesmo com a ausência de todos os outros membros originais do Guns n' Roses.
Uma pergunta maldosa: será que os mexicanos sabem que não é a banda original que vai se apresentar? A resposta é óbvia. Claro que sabem. Um texto publicado em diversos sites de notícias mexicanos traz uma frase que explica a paixão dos mexicanos pela banda: "Guns n' Roses es una de esas agrupaciones a las que el público les perdona absolutamente todo".
HÁ 15 ANOS... Guns n' Roses toca "Don't Cry II" (alt. version) na Tchecoslováquia! Veja o vídeo completo! Baixe o MP3 e o arquivo de vídeo!
Texto: Luciano Loccy (direitos reservados/reprodução proibida) Fontes: GNRonTour.com; Wikipedia1; Wikipedia2; Radio.CZ; Fotos: Capturadas do DVD com a gravação do show Vídeo: Editado por "The Hulkster" (Lima-Peru) Há exatos 15 anos, no dia 20 de maio de 1992, o Guns n' Roses surpreendeu 50.000 fãs tcheco-eslovacos ao tocar ao vivo "Don't Cry II" (alt. version), versão alternativa de "Don't Cry" com letra diferente que a banda gravou no disco "Use Your Illusion II".
Para você ter uma idéia de como essa performance foi rara, foi a segunda - e última! - vez que o Guns n' Roses tocou "Don't Cry II" ao vivo! E mais: essa foi a única vez que Axl cantou a música ao vivo sozinho, pois na primeira vez que o Guns tocou a música (em 8 de agosto de 1991, em Inglewood, na Califórnia), Axl dividiu os vocais com Shannon Hoon (vocalista do Blind Mellon, que morreria vítima de overdose pouco tempo depois, em 1995). Essa performance ao vivo ultra rara de "Don't Cry II" aconteceu na primeira turnê do Guns n' Roses no Leste Europeu, mais exatamente em Praga, capital da então Tchecoslováquia (atual República Tcheca). O show foi realizado no Strahov Stadium (veja imagens do show à esquerda).
Até hoje é difícil de entender porque o Guns n' Roses só tocou "Don't Cry II" ao vivo duas vezes, afinal a letra e a melodia que Axl criou para essa "versão alternativa" da música são excelentes (talvez até melhores que a letra e a melodia originais). E o próprio Axl chegou a declarar em entrevistas que "Don't Cry II" era a sua versão preferida da música, pois a nova letra fazia mais sentido para ele. Vai entender... Felizmente, essa performance histórica de "Don't Cry II" ao vivo em Praga foi registrada em vídeo. E a melhor parte: você pode assistí-la na íntegra abaixo, e baixar os arquivos de áudio (MP3) e vídeo (MPG) para o seu computador! Repare que esse vídeo mistura filmagem amadora (feita por um fã que estava na platéia) com imagens profissionais feitas por uma equipe de TV. É provável que essas imagens profissionais tenham sido feitas pela equipe da MTV que acompanhou a banda nesse show. ************************************************************** Guns n' Roses - Don't Cry II (alt. version) Ao vivo em Praga, Tchecoslováquia, 20 de maio de 1992
DOWNLOAD: Baixe AQUI (Link 2Shared) o arquivo de áudio (MP3) dessa música! DOWNLOAD: Baixe AQUI (Link FileSend) o arquivo de vídeo (MPG) dessa música!
Show histórico em Praga para os "ex-comunistas bastardos"
O show do Guns n' Roses em Praga, Tchecoslováquia (foto) foi um dos destaques da primeira - e histórica - excursão da banda ao Leste Europeu. A expectativa era enorme, afinal seria a primeira vez que a "banda mais perigosa do mundo" tocaria do outro lado da antiga "Cortina de Ferro".
Nada menos que 50.000 fãs sedentos de rock compraram ingressos para o show, um recorde de público na Tchecoslováquia (atrás somente da histórica apresentação dos Rolling Stones em 1990, que reuniu mais de 150.000 pessoas comemorando a queda do regime comunista e o retorno à democracia). O show estava marcado para o gigantesco Strahov Stadium, simplesmente o segundo maior estádio do planeta, com capacidade para 360.000 espectadores (o único estádio maior é o o Indianapolis Motor Speedway, nos EUA, onde acontecem as 500 milhas de Indianápolis). Nos anos do Comunismo, o Strahov Stadiumera usado para apresentações esportivas e desfiles militares. Agora, mesmo com o fim do regime, a presença militar ainda era forte. Dentro e fora do estádio, milhares de soldados estavam prontos para conter qualquer ameaça de distúrbios entre a platéia. Antes do show, o Guns foi entrevistado pela MTV. Sem ter como prever a futura desintegração da banda pouco tempo depois, Duff (foto) afirmou ao canal de TV que o Guns n' Roses estava apenas começando. "Ainda somos bebês, temos muito pela frente", disse. A verdade é que Duff não teria como saber o futuro.
Mesmo com a crescente tensão entre Axl e o resto da banda e a pesada ausência de Izzy, tudo parecia conspirar para um grande show. A banda iria estrear os telões e efeitos de pirotecnia no show de Praga, além de um segundo "monstro de borracha" imitando o robô da capa de "Appetite for Destruction". Para completar, Faith no More e Soundgarden (estreando na turnê) seriam responsáveis por aquecer a platéia para o Guns naquela noite...
Chegada a grande hora, o show começou no melhor estilo Guns n' Roses. "Okay, you ex-commie bastards, get ready to rock!" ("Certo, seus ex-comunistas bastardos! Se preparem para o rock!"). Foi com esse grito no mínimo provocador que Mike Mayhue (técnico de baixo de Duff e "apresentador oficial" da banda na Use Your Illusion Tour) introduziu o Guns n' Roses ao público tchecoslovaco. Provavelmente sem entender nada, os 50 mil fãs simplesmente berraram em delírio quando a banda disparou os primeiros acordes de "It's So Easy". E o massacre só acabaria mais de duas horas depois, com "Paradise City"...
01. It's So Easy 02. Mr. Brownstone 03. Live and Let Die 04. Attitude 05. Don't Cry II (Alt. Lyrics) 06. Bad Obsession 07. Nightrain 08. Patience 09. Double Talkin' Jive 10. Civil War 11. It's Alright 12. Piano solo/November Rain 13. Welcome to the Jungle 14. Band Introductions/Drum Solo 15. Guitar Solo 16. Godfather Theme 17. Sweet Child O' Mine 18. You could be Mine 19. Knockin' on Heaven's Door 20. Estranged 21. Paradise City
Além da surpreendente performance de "Don't Cry II" (foto), um dos destaques da noite foi "Nightrain".Aparentemente a música não estava no setlist, mas após "Bad Obssession" Slash falou algo sobre "crash and burn" (verso de "Nightrain"), Axl ouviu e emendou dizendo que "a gente tem uma música sobre isso...". A banda entendeu o recado e disparou a tocar a música.
Tudo ia bem até que no primeiro refrão ("I am on the Nightrain, Bottoms up...") Axl começou a gritar e a xingar alguém da platéia, alternando gritos de "Hey, Hey" e "Fuckhead" com os versos da música. Incrivelmente Axl fez isso sem perder o ritmo - em certos momentos parece que são duas pessoas gritando! A confusão aparentemente se resolveu logo, mas como Axl estava adrenalizado, ele levou a música com energia extra e berrando como um maníaco possesso até o final.
Outro momento tenso aconteceu antes de "Double Talkin' Jive" quando Axl dedicou a música aos responsáveis pelas informações do "Intinerário da Turnê" da banda.Mas a energia do público tchecoslovaco claramente animou a banda. Depois de "Civil War", Slash demonstrou sua felicidade com a recepção calorosa dos tchecoslovacos e disse: "Apesar de vocês não saberem falar inglês, eu queria dizer oi, pôrra!". No final do show, em "Paradise City", um momento curioso: Duff e Gilby trocaram de instrumentos.
Após o show, porém, o crescente isolamento de Axl em relação à banda ficou claro.Enquanto o cantor parou no centro de Praga para admirar estátuas (Praga é considerada uma das cidades mais belas da Europa), o resto da banda saiu para beber e curtir a noite. Sinais do que estava por vir...
Documentos históricos: DVD e CD com a gravação do show
O show do Guns n' Roses em Praga, na Tchecoslováquia, foi gravado em vídeo de forma amadora por fãs que estavam na platéia (Audience Recording - Bootleg). A gravação foi feita com câmera posicionada no meio da platéia relativamente próximo ao palco. A imagem e o áudio não são perfeitos, com balanços/tremidas de câmera e pessoas falando e passando na frente da imagem. Mesmo assim, devido ao caráter histórico desse show, DVD-Rs e CD-Rs com essas gravações circulam entre os colecionadores há um bom tempo.
Alguns colecionadores acreditam que a MTV tem a gravação profissional completa desse show. Isso porque a emissora estava acompanhando a banda e filmou diversos trechos do show. A emissora já usou as imagens de quatro músicas - "It's So Easy", "Don't Cry II", "Welcome to the Jungle" e "November Rain" - em seus programas. Você pode ver uma seleção dessas imagens raríssimas no vídeo abaixo:
Guns n' Roses - Vídeo Profissional (MTV) Ao vivo em Praga, Tchecoslováquia, 20 de maio de 1992
Existe ainda um CD-R duplo profissional importado japonês chamado "OPERATION TCZECHOSLOVAKIA" (detalhe ao lado) que contém a gravação desse show. Para informações sobre como obter essas gravações raras envie e-mail para noticiasdoguns@gmail.com.
GET IN THE RING Jack White versus Axl Rose! Ou o "rápido e barato" versus o "caro e demorado"
Texto: Luciano Loccy (direitos reservados/reprodução proibida) Fotos: www.whitestripes.com, MTV.com e HTGTH-Flicker Vídeo: NewGNR.com O cantor, guitarrista e líder do White Stripes, Jack White (foto ao lado), deu uma alfinetada em Axl Rose em recente entrevista à revista sueca "Groove" (no detalhe ao lado, "scan" do trecho da entrevista). A revista perguntou o que o novo álbum do White Stripes "Icky Thump" trará de bom para os fãs e Jack White respondeu de bate-pronto: "Vai te dar alguma coisa para fazer enquanto você senta e espera pelo "Chinese Democracy".
A revista sueca não se estendeu no assunto e por isso é impossível dizer o que levou Jack a dar essa zoada em Axl.E também não há registros públicos de desentendimentos entre ambos. A pergunta que fica no ar, porém, é a seguinte: será que Jack White tem razão e que "Icky Thump" pode ser um bom "passatempo" para os fãs de Axl Rose que aguardam há mais de uma década por "Chinese Democracy"?Impossível dizer por enquanto, já que o novo disco do White Stripes ainda não saiu, mas você pode baixar a faixa-título "Icky Thump" (primeiro single do álbum) neste Link do Mediafire e tirar suas próprias conclusões... Ouviu? Gostou? Não gostou? Independente do que você tenha achado, o fato é que Axl Rose e Jack White são hoje símbolos de dois extremos da indústria musical. Axl talvez seja o exemplo mais bem acabado do "rock star lunático" que deixou o sucesso subir à sua cabeça e que se leva a sério demais. Um artista atormentado que se tranca em seu estúdio por anos a fio buscando atingir a perfeição em seus mínimos detalhes - e, claro, gasta milhões de dólares nesse processo. Jack White, por sua vez, tem se mostrado o exato oposto disso. Ele aparentemente busca a simplicidade, não pensa muito para fazer suas músicas, que, na definição do jornalista Jay Babcock (retirada do artigo "Instant Rock for the People", publicado em 2005)"tem poucos instrumentos, é gravada em poucos canais, em poucas horas e gastando poucos dólares".
É... Enquanto Axl grava e regrava a enésima versão de "Chinese Democracy" (e o disco continua inédito), Jack White segue lançando um disco atrás do outro.Para se ter uma idéia da velocidade de Jack, o White Stripes levou três semanas em estúdio para gravar "Icky Thump", o sexto disco da banda em oito anos, (os outros são "White Stripes", de 1999, "De Stijl", de 2000, "White Blood Cells", de 2001, "Elephant", de 2003 e "Get Behind me Satan", de 2005). Nesse meio tempo Jack ainda arranjou tempo para formar uma outra banda - The Raconteurs -, gravar o disco "Broken Boy Soldiers" e sair em turnê.
Mas quem é melhor? Axl ou Jack?
Se no quesito "quem lança mais discos" Jack dá uma goleada em Axl, o que dizer dos quesitos "quem faz as melhores músicas" e "quem canta melhor ao vivo"? A disputa está em aberto... Assista os vídeos abaixo e tire suas próprias conclusões!
...Axl Rose e Jack White participaram do MTV Video Music Awards 2006? Jack se apresentou ao vivo com os Racounteurs (fazendo as vezes de "banda da casa") e Axl encarnou rapidamente um mestre de cerimônias (foto ao lado) para chamar ao palco a banda "The Killers" (veja dois vídeos de Axl no VMA 2006: entrevista/site MTV e apresentando The Killers/site NewGNR.com). Será que Axl e Jack se encontraram (e se desentenderam) nos bastidores da festa? Não é impossível, até porque Axl tem um histórico de confusões nos eventos da MTV, basta lembrar da "treta" dele com o Nirvana no MTV VMA's de 1992...
...o White Stripes tem ficado atrás do Guns n' Roses em várias listas organizadas por revistas de música? Em 2005 "Sweet Child o' Mine" foi eleita a sexta "Melhor Música de Guitarra de Todos os Tempos" pela revista britânica "Q". Já "Seven Nation Army", do White Stripes, ficou na oitava posição da lista. Em 2006, o clássico "Appetite for Destruction" ficou no 2º lugar na lista dos "100 melhores Álbuns de Guitarra de Todos os Tempos" da revista "Guitar World" enquanto que "Elephant", do White Stripes, ficou apenas com a 37ª posição. Mais recentemente, na edição comemorativa de 20 anos da revista "Q", "Appetite" entrou na lista de "20 Álbuns dos Últimos 20 Anos que Você Precisa Ter" (em 12º lugar) e nenhum disco do White Stripes foi lembrado. Na mesma edição, "Sweet Child o' Mine" foi considerado o "3º Melhor Single" dos últimos 20 anos e "Seven Nation Army" ficou na 7ª posição. Será essas listas têm deixado Jack injuriado com Axl?
...a nova música "Effect and Cause" do White Stripes (que estará no disco "Icky Thump") tem ligação com "Used to Love Her" do Guns n' Roses? Quem faz a afirmação/comparação é o jornalista Kenny Herzog, do site CMJ. Herzog diz (neste artigo) que "Effect and Cause" e "Used to Love Her" têm parentesco direto com "Dead Flowers", clássico dos Rolling Stones. Quem já ouviu a versão ao vivo de "Dead Flowers" que o Guns tocou na turnê de 1993 sabe que Izzy Stradlin (um fã incondicional dos Rolling Stones) certamente se inspirou (conscientemente ou não!) na música de Jagger e Richards quando compôs "Used to Love Her" (afinal os acordes são praticamente idênticos e tocados na mesma sequência). Será que, assim como Izzy, Jack White também se inspirou em "Dead Flowers" para compor "Effect and Cause"? Ou será que ele se inspirou em "Used to Love Her"? Mistério...
Compare "Used to Love Her" e "Dead Flowers"!
As músicas são mesmo muito parecidas. Veja os vídeos do Guns tocando as duas e do Rolling Stones tocando "Dead Flowers"...
Desde que surgiram os primeiros rumores sobre o lançamento de "Libertad", novo disco do Velvet Revolver (veja a provável capa ao lado), uma série de declarações desencontradas dos membros da banda chegou até os fãs. Em dezembro de 2005, Scott Weiland disse que o Velvet Revolver estaria preparando um álbum "conceitual" e que tentaria "emular os grandes discos do passado", como 'Exile On Main Street' dos Rolling Stones e 'Dark Side of the Moon' do Pink Floyd. Em março de 2006, Duff não confirmou a informação de Scott: "Álbum conceitual? Não sei. Só sei que vai ser um disco matador". Pouco tempo depois Matt Sorum lançou mais lenha na fogueira ao afirmar que o Velvet Revolver estaria preparando um álbum "mais dançante do que Contraband" e que a banda teria experimentado gravar algumas faixas com o produtor e rapper Pharrell Williams. Duff confirmou a declaração de Matt, dizendo que "Libertad" teria algumas músicas produzidas por Pharrell e que Lenny Kravitz e outros produtores também estariam envolvidos.
A idéia de fazer um álbum conceitual foi abandonada, assim como a colaboração com Pharrell e Lenny Kravitz. Na hora H, a banda acabou optando por trabalhar com o renomado produtor de rock Rick Rubin. O problema é que aparentemente Rubin não gostou das músicas do Velvet Revolver e a banda não gostou do método de trablaho de Rubin. Resultado: a parceria não foi para a frente. Entrou em cena então o produtor Brendan O' Brien, que já havia trabalhado com Scott Weiland nos discos do Stone Temple Pilots e as gravações de "Libertad" finalmente engrenaram. E depois de muitos meses improdutivos, a banda foi para o estúdio e gravou o disco em poucos meses.
Após as sessões de gravação de "Libertad" (foto abaixo), Slash e Scott deram diversas entrevistas em que se mostraram bastante otimistas em relação ao álbum. Slash declarou que a banda se sentiu absolutamente "sem limites" durante o processo de composição e gravação e elogiou os vocais de Scott e a atuação de seu colega de guitarra Dave Kushner. Scott devolveu os elogios e disse que a banda havia se sobressaído nas gravações do disco. O mais importante era o ponto comum entre as declarações de Slash e Scott: "Libertad" era um disco muito melhor que "Contraband" (Q Magazine/Velvet-Revolver.com).
Finalmente chegou a hora de escutar a primeira "prévia" de "Libertad"! O Velvet Revolver colocou quatro musicas novas na internet para download gratuito: "She Builds Quick Machines" (música completa, com 4m03s), "The Last Fight" (trecho da música, com 1m41s), "Spay" (trecho de 1m38s) e "She Mine" (trecho de 1m30s).
As músicas foram disponibilizadas com exclusividade no site da AOL (America Online). Infelizmente é impossível para os brasileiros e para pessoas de muitos outros países escutarem as músicas neste site. Por isso, fãs que conseguem acessar o site da AOL baixaram as quatro músicas e as colocaram disponíveis para fãs de todo o mundo (inclusive nós, brasileiros) em sites de download como Megaupload e Rapidshare. Você pode baixá-las nos seguintes links:
Link Megaupload - She Builds Quick Machines (link de "Slashthis") Link Megaupload - Last Fight (link de "Slashthis") Link Megaupload - Spay (link de "Slashthis") Link Megaupload - She Mine (link de "Slashthis")
A qualidade de áudio dessas amostras é propositalmente baixa, porque a idéia é que elas sejam justamente um "aperitivo" para "Libertad", que obviamente terá todas as músicas em altíssima qualidade. Mas é interessante poder ouvir em primeira mão essas gravações de estúdio depois de tanta especulação sobre como seria o som do novo álbum. Aproveite!
O Velvet Revolver prossegue em sua "mini-turnê" de aquecimento para o lançamento de "Libertad" (marcado para 3 de julho) tocando em clubes dos EUA e do Canadá. Nesta quarta-feira, 16 de maio, a banda tocou no tradicional clube Avalon, em Boston, nos EUA (fotos), que tem capacidade para 2.000 pessoas e teve ingressos esgotados para o show do VR.
Como tem feito nos shows recentes, o Velvet tocou várias músicas do novo álbum "Libertad" como "Get out the Door", "She Builds Quick Machines", "Just Sixteen" e "The Last Fight", além (é claro) de músicas do primeiro álbum "Contraband". A banda tirou "It's so Easy" e "Mr. Brownstone" do setlist e só tocou uma do Guns n' Roses, "Used to Love Her". As velhas conhecidas "Sex Type Thing" e "Crackerman" do Stone Temple Pilots também saíram do set e deram lugar a "Vasoline". O Velvet ainda tocou covers como "Wish you were Here", do Pink Floyd, e a pop "Psycho Killer", do Talking Heads, que foi gravada em estúdio nas sessões de "Libertad" e será lançada num EP no início de junho.
Veja o setlist completo desse show:
01. Let It Roll (nova) 02. Do It For The Kids 03. Sucker Train Blues 04. Superhuman 05. The Last Fight (nova) 06. She Mine (nova) 07. Big Machine 08. Get Out The Door (nova) 09. Fall To Pieces 10. Vasoline (cover do Stone Temple Pilots) 11. Just 16 (nova) 12. She Builds Quick Machines (nova) 13. Set Me Free 14. Wish You Were Here (cover do Pink Floyd) 15. Used To Love Her (cover do Guns n' Roses) 16. Psycho Killer (cover do Talking Heads) 17. Slither
Entre os membros da platéia do Avalon, havia a presença de uma lenda do rock: o baterista Joey Kramer, do Aerosmith. A presença não foi acidental já que Boston é a "cidade natal" do Aerosmith. Joey não só assistiu ao show do Velvet Revolver como também levou Slash e Matt Sorum para visitar a sua loja de carros no dia seguinte. Slash saiu de lá louco para comprar um Corvette.
ARTIGO TRADUZIDO
Abaixo você lê com exclusividade a tradução do artigo "Slash Bites the Bullet, Revolver fires blank"(Slash segue firme mas o revólver falha), publicado nesta quinta-feira, 17 de maio no site do jornal Boston Herald:
Slash segue firme, mas o revólver falha
Por Jed Gottlieb
Algumas regras não podem ser quebradas.
O Velvet Revolver pode imitar Axl Rose e entrar 45 minutos atrasado no palco. O supergrupo também pode transformar "Psycho Killer" (hit pop do Talking Heads nos anos 80) num hard rock mesmo que ela não soe muito bem no bis. Mas essa banda simplesmente não pode transformar um guitarrista do calibre de Slash num coadjuvante como aconteceu no show com lotação esgotada em Avalon nesta última quarta-feira. Foi imperdoável.
Slash deve ser um dos sujeitos mais rock de todos os tempos, um mestre com sua Gibson comparável somente a caras como Jimmy Page e Joe Perry. Um cara que legitima o metal ao injetar riffs de blues tocados de forma venenosamente punk. Scott Weiland, famoso por liderar o Stone Temple Pilots (e encher páginas de fofoca com seus problemas com as drogas) é um frontman decente para o Velvet Revolver, mas não dá pra entender como é possível que ele enterre insistentemente o som de Slash cantando, falando, resmungando, grasnando e fazendo barulhos com seu megafone.
Não foi culpa de Weiland. Ele pode ter invadido o território de Slash, mas estava fazendo o seu trabalho. Como se fosse uma caveira esfomeada vestida de piloto da Segunda Guerra Mundial com óculos de aviador e quepe de policial, Weiland sacolejou pelo palco (evocando Axl mais de uma vez ao serpentear seus quadris) e puxou a banda nas novas músicas de "Libertad" (CD novo do Velvet Revolver que sai no dia 3 de Julho) e nas já conhecidas de "Contraband" (de 2004). Não, a culpa não foi de Weiland.
Agora o sujeito que estava cuidando do som fez um trabalho terrível colocando a guitarra de Slash num volume muito baixo, soterrada por Weiland e o resto da banda. Mais uma coisa: o segundo guitarrista do VR, Dave Kushner, precisa dar espaço para Slash como Izzy Stradlin fazia no Guns n’ Roses. E Slash precisa se dar o direito de fazer um solo que dure mais que duas notas.
Santa frustração! Slash era metade do que fez o Guns n' Roses ser a maior banda do mundo. Ele ainda usa sua cartola (que parece colada à sua cabeça). Ele... é o Slash! Se Slash não pode se impor na banda por si só, quem poderá?
A boa notícia é que as músicas novas do VR como "Get Out the Door", "Just Sixteen" e "The Last Fight" (essa última com chances de ser o grande hit de "Libertad") tem riffs melhores do que a maioria das músicas do fraco "Contraband". O momento que definiu o show foi o cover do Pink Floyd "Wish You Were Here" ("Gostaria que você estivesse aqui"), bastante irônico se você pensar em Axl. Slash começou a música tocando sozinho como se incorporasse ao mesmo tempo David Gilmour e Jimi Hendrix. Naquele breve momento foi possível ver o que o Velvet Revolver deveria ser: Slash liderando uma boa banda de hard-rock.
Um rápido comentário... Apesar das reclamações do autor do artigo, alguns fãs norte-americanos que foram ao show relataram que Slash estava sorrindo bastante e parecia bem à vontade no palco. Aliás o jornalista mostrou que desconhece a história do Guns n' Roses ao dizer que "Slash era metade da banda". O jornalista aparentemente ignora que Izzy Stradlin foi responsável por compor grandes clássicos da banda (sozinho e junto com Axl Rose, Slash e Duff Mckagan) e também parece desconhecer que as melhores músicas do Guns foram escritas em conjunto por Axl, Slash, Izzy e Duff e sempre tiveram como característica o groove de Steven Adler.
VÍDEO
Enfim, voltemos ao presente. Mais exatamente para o show desta quarta. Isso mesmo! Clique no "play" e veja abaixo o vídeo do Velvet Revolver tocando "Wish You Were Here", cover do Pink Floyd, no show desta quarta-feira, 16 de maio, no clube Avalon, em Boston, nos EUA:
Izzy Stradlin (foto), guitarrista, fundador e um dos principais compositores do Guns n' Roses vai lançar novo álbum solo, entitulado "MIAMI", nas próximas semanas. A data ainda não está definida, mas o lançamento deve acontecer no final de maio ou começo de junho.
O nome "MIAMI" foi escolhido porque o álbum foi gravado na cidade norte-americana de mesmo nome. As gravações aconteceram no final de 2004 e início de 2005 no lendário Criteria Studios, considerado um "local sagrado" para o rock - foi lá que Eric Clapton gravou "Layla" e James Brown gravou "I Got You" (e por lá também já passaram gigantes como Rolling Stones, Aerosmith, Bob Marley, Bob Dylan e muitos outros).
Como sempre faz em todos seus álbuns, Izzy compôs todas as músicas de "MIAMI" e também canta e toca guitarra em todas elas. Em depoimento exclusivo ao site ChopAway.com, Izzy revelou que considera o álbum "muito parecido" com seus primeiros discos solo e disse ainda que, além das guitarras, "MIAMI" terá órgão e um pouco de teclados graças à participação de Joey Huffman (veja mais detalhes sobre Joey abaixo). Izzy disse ainda que algumas das músicas são "mais pesadas" e que o álbum também tem também "algumas baladas" e "um pouco de Reggae". Infelizmente não há participação de nenhum membro do Guns n' Roses em "MIAMI".
A excelente notícia do lançamento de "MIAMI" vem com um "porém": o álbum será lançado apenas em formato digital e só poderá ser adquirido na loja virtual iTunes. Isso significa que - pelo menos por enquanto - não serão fabricados nem lançados CDs. Claro que quem quiser poderá "queimar" um CD-R com as músicas após comprá-las, mas obviamente ter um CD-R feito em casa não se compara a ter um CD prensado em fábrica, com capinha, encarte e a certeza de que vai durar a vida inteira. Uma pena.
Veja a lista completa das músicas (com a tradução para o português do nome de cada uma):
01. TJ (possível abreviação para "Tijuana") 02. Buildings In The Sky ("Prédios no Céu") 03. Let Go (algo como "Deixa isso para Lá") 04. JR's Song ("Música do JR") 05. Partly Cloudy ("Parcialmente Nublado") 06. Waiting ("Esperando") 07. Bombs Away (algo como "Soltando Bombas") 08. Tough Check (algo como "Teste Duro") 09. Pick Up The Phone ("Atenda o Telefone") 10. Everything's Alright ("Tá tudo Certo") 11. FSO Ragga (algo como "Ragga do FSO")
MIAMI" será o sétimo álbum solo de Izzy desde que ele saiu do Guns n' Roses em 1991. Até o momento Izzy já lançou os seguintes álbuns: Izzy Stradlin and the Ju Ju Hounds (1992), 117º (1998), Ride On (1999), River (2001), On Down The Road (2002) e Like a Dog (2005). A maioria dos CDs de Izzy é praticamente impossível de se encontrar em lojas de música do Brasil, pois só foram lançados no exterior. Se você tem interesse em adquirir algum desses álbuns, envie e-mail para noticiasdoguns@gmail.com.
BASTIDORES Miami tem velhos camaradas e novo tecladista
Izzy chamou seus velhos camaradas Taz Bentley e Rick Richards (na foto ao lado, com Izzy ao centro) para gravar "MIAMI". A parceria de Izzy com o guitarrista Rick Richards (ex-Georgia Sattelites) tem funcionado muito bem desde o primeiro álbum solo de Izzy ("Izzy Stradlin and the Ju Ju Hounds", de 1992), com grandes momentos que podem ser até comparados aos melhores que Izzy teve com Slash no Guns n' Roses. Portanto, não será surpresa se Izzy e Rick voltarem a "fazer mágica" em "MIAMI".
Taz Bentley (ex-Reverend Horton Heat, ex-parceiro de Duff Mckagan no Loaded e atual Burden Brothers) é outro velho comparsa de Izzy - toca com ele desde 1998 - e segue detonando na bateria. Taz descreve o som de "MIAMI" como "mais solto" em relação aos discos anteriores de Izzy. "Nós passamos mais tempo tocando as músicas. O clima no estúdio estava ótimo e as músicas são muito boas e variadas"
Quem toca baixo em "MIAMI" é JT Longoria (ex-parceiro de Steven Adler no Addler's Appetite), que já havia gravado algumas faixas do último álbum de Izzy ("Like a Dog", de 2005) e que agora assume de vez o posto de baixista em todas as faixas de "MIAMI".
A novidade na banda de Izzy é Joey Huffman (foto), que toca órgão e teclados. Joey foi engenheiro de som no quarto álbum de Izzy ("River", de 2001) e também é velho conhecido de Rick Richards, com quem já tocou no Georgia Satellites. Joey tem um extenso currículo de participações (como músico de apoio em estúdio, turnês e também como engenheiro de som) junto a grandes nomes do rock como Keith Richards e Mick Jagger dos Rolling Stones, Iggy Pop e Lou Reed. Resta agora descobrir como a entrada de um tecladista vai influenciar o som de Izzy.
DOWNLOAD Escute uma prévia de "MIAMI" de graça! (MP3)
O anúncio do lançamento de MIAMI foi feito por Izzy em primeira mão no site ChopAway, criado e mantido por Will (um fã de Izzy de longa data) e considerado pelo próprio Izzy como seu "site oficial". Além de revelar a notícia do lançamento, Izzy enviou com exclusividade ao site ChopAway trechos de três músicas do disco novo - Buildings in The Sky, Let Go e TJ - além de uma música inteira, FSO Ragga, um reggae estranhíssimo que fecha o disco (a música praticamente não tem vocais). A pedido do site, não disponibilizaremos links diretos para as músicas, mas basta acessar ChopAway e clicar no link das músicas na home page para ouvir gratuitamente estas quatro novas músicas de "MIAMI"!
Velvet deverá tocar músicas de Libertad no Brasil Boas novidades para quem vai nos shows do Velvet Revolver em São Paulo e no Rio...
Segundo o mais recente post de Dave Kushner no seu site oficial, é bem provável que a banda toque em primeira mão músicas novas do CD Libertad nos shows que fará no Brasil, Chile e Argentina. Dave (foto) afirma que a banda está ensaiando as músicas novas para a turnê sul-americana e que elas estão "matadoras". Veja a tradução do post:
"Começamos a ensaiar na semana passada para a nova turnê (na América do Sul) e as novas músicas estão MATADORAS!!! É bom finalmente saber como nós vamos tocar essas músicas ao vivo. Ainda não sei quantas (músicas novas) nós vamos tocar, mas sei que elas estão muito boas!"
O Velvet Revolver anunciou recentemente as datas de sua próxima turnê mundial. A banda vem pela primeira vez para a América do Sul, faz shows em casas de tamanho médio nos EUA e depois entra no circuito de festivais do verão europeu. Veja as datas anunciadas:
ABRIL: 10 - Santiago, Chile (Pista Atlética Del Estadio Nacional) 12 - São Paulo, Brasil (Estádio do Morumbi) 13 - Rio de Janeiro, Brasil (Claro Hall) 15 - Buenos Aires, Argentina (Quilmes Rock Festival, Estadio River Plate) 16 - Buenos Aires, Argentina (Estadio Pepsi Music) 18 - Caracas, Venezuela (Poliedro de Caracas) 20 - Bogotá, Colombia (Parque Simón Bolívar) MAIO: 04 - Los Angeles, EUA (House of Blues) 05 - San Francisco, EUA (The Warfield) 07 - Seattle, EUA (Showbox Showroom) 10 - Chicago, EUA (The Riviera) 12 - Detroit, EUA (Royal Oak Music Theatre) 13 - Toronto, Canadá (Kool Haus) 15 - Washington, EUA (9:30 Club) 18 - Sayerville, EUA (Starland Ballroom) 19 - Columbus, EUA (Rock on the Range) 20 - Philadelphia, PA (Tweeter Center) 22 - New York, EUA (Nokia Theatre)
JUNHO: 01 - Nuremburg, Alemanha (Rock IM Park) 02 - Milão, Itália (Gods of Metal) 03 - Nurburgring, Alemanha (Rock AM Ring) 05 - Londres, Inglaterra (Hammersmith Apollo) 07 - Cardiff, País de Gales (Cardiff International Arena) 08 - Derby, Inglaterra (Download Festival) 10 - Glasgow, Escócia (SE & CC) 11 - Blackpool, Inglaterra (Empress Ballroom) 14 - Suécia (Hultsfred Festival) 16 - Finlândia (Provinsii Rockfest) 17 - Holanda (Fields of Rock) 20 - Lisboa, Portugal (Coliseum) 22 - Zaragoza, Espanha (Monsters of Rock) 24 - Bélgica (Graspop Festival) 25 - Paris, França (Le Zenith) 26 - Zurique, Suíca (Volkshouse)
JULHO: 02 - Noruega (Quart Festival)
Para esquentar os motores, assista esse vídeo do Velvet Revolver tocando "Sucker Train Blues" ao vivo:
terça-feira, 27 de março de 2007
Não há datas confirmadas para Guns n' Roses no Brasil Enquanto Chinese Democracy não sai, Axl Rose já se prepara para voltar aos palcos em 2007 com o seu Guns n' Roses. Nesta semana o site oficial da banda anunciou as primeiras datas da turnê 2007. Boa notícia? São sete datas já confirmadas, cinco no Japão e duas na África do Sul. Má notícia? Os rumores de que Axl Rose e seus amigos viriam ao Brasil em maio não foram confirmados.
Outra má notícia? A turnê está sendo anunciada como "2007 World Tour". Não reparou nada de estranho nesse nome? Então leia-o novamente e pergunte a você mesmo: essa turnê não deveria chamar "Chinese Democracy Tour" ou algo parecido? É... Assim até dá para imaginar que Axl vai continuar adiando o lançamento do CD e seguir lucrando mais alguns milhões de doletas tocando as músicas que ele fez com Izzy, Slash, Duff e Steven.
E, claro, todos continuaremos esperando o CD sair e compraremos muitos ingressos para os shows de Axl e sua banda. Certo?
Datas confirmadas:
ABRIL 14 - Makuhari Messe, Tóquio, Japão 15 - Makuhari Messe, Tóquio, Japão 18 - Rainbow Hall, Nagoya, Japão 19 - Intex Osaka, Osaka, Japão 22 - Intex Osaka, Osaka, Japão 27 - New Market Racecourse, Joanesburgo, África do Sul
MAIO 01 - Kenilworth Racecourse, Cidade do Cabo, África do Sul
quinta-feira, 22 de março de 2007
JAM Veja vídeos da jam de Slash com Tom Morello, Perry Farrel e Cia
Acabam de aparecer no YouTube novos vídeos da sensacional jam que Slash fez com Tom Morello (Rage Against the Machine/Audioslave), Perry Farrell (Jane's Addiction), Wayne Kramer (MC5) e outros músicos no SXSW Festival 2007. Veja os vídeos abaixo:
Slash, Tom Morello, Perry Farrel e amigos Mountain Song (Jane's Addiction) (VÍDEO 1) The Parish, Austin, Texas, EUA, 15 de março de 2007
Slash, Tom Morello, Perry Farrel e amigos Mountain Song (Jane's Addiction) (VÍDEO 2) The Parish, Austin, Texas, EUA, 15 de março de 2007
Slash, Tom Morello, Perry Farrel e amigos Mountain Song (Jane's Addiction) (VÍDEO 3) The Parish, Austin, Texas, EUA, 15 de março de 2007
Slash, Tom Morello, Perry Farrel e amigos Mountain Song (Jane's Addiction) (VÍDEO 4) The Parish, Austin, Texas, EUA, 15 de março de 2007
Slash, Tom Morello, Perry Farrel e amigos Stop (Jane's Addiction) The Parish, Austin, Texas, EUA, 15 de março de 2007
Slash, Tom Morello, Wayne Kramer e amigos Kick out the Jams (Motherfucker) (MC5) The Parish, Austin, Texas, EUA, 15 de março de 2007
Slash, Tom Morello e amigos This Land is Your Land (Woodie Guthrie) The Parish, Austin, Texas, EUA, 15 de março de 2007
Rolling Stone revela brigas e problemas no Velvet Scan da última edição da revista Rolling Stone
A revista norte-americana Rolling Stone - aquela que já foi uma boa revista de rock - publica em sua mais recente ediçãoa nota "Velvet Gold Mine"(scan ao lado)sobre o novo disco do Velvet Revolver, "Libertad" .
A matéria revela que Scott Weiland e Matt Sorum enfrentaram graves problemas pessoais durante as gravações do CD. O irmão mais novo de Weiland, Michael, morreu vítima de uma overdose de drogas. E um parente próximo de Matt está em tratamento contra um câncer.
Apesar dos problemas, a reportagem destaca o clima surpreendentemente bom das gravações, que aconteceram no Henson Studios em Hollywood, Califórnia (EUA). "Nós brigamos pra caramba mas conseguimos passar por isso e descobrir como ser uma banda", afirma Weiland. A reportagem da revista teve acesso às faixas de "Libertad" e diz que o disco é mais melodioso que "Contraband" e tem um tempero funk. "Esse disco é um pouco mais expressivo - mais solto - e todo mundo tocou muito", diz Slash. A revista afirma ainda que esse é o primeiro CD que Weiland grava "livre das drogas" e que isso ampliou o alcance de sua voz. A revista faz comentários sobre duas músicas:
Pills, Demons, Etc. - tem letra de Weiland sobre a morte de seu irmão por overdose Mary Mary - uma sexy música de amor inspirada por "Little T&A" dos Rolling Stones
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PS: Já ouviu "Little T&A" dos Stones? Não? Então não perca tempo e ouça/veja agora mesmo no vídeo abaixo. Essa música é um rock n' roll sensacional dos Stones com Keith Richards nos vocais. A qualidade do vídeo e do aúdio não é perfeita, mas dá pra curtir o som: