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quarta-feira, 15 de agosto de 2007

ENTREVISTA Slash diz que não gosta de 'Contraband' e que não pensa muito quando toca músicas do Guns

Texto: Luciano Loccy (DIREITOS RESERVADOS/REPRODUÇÃO PROIBIDA)
Fontes: Spinner.com
Imagens: SEM CRÉDITO CONHECIDO


Slash diz que algo o incomoda em 'Contraband', o primeiro CD do Velvet Revolver (foto ao lado). E diz que ele e Duff não pensam muito quando tocam as músicas do Guns n' Roses no Velvet.
As declarações foram dadas em recente entrevista para o site Spinner.com. Como sempre, você acompanha com exclusividade aqui no blog NotíciasdoGuns a tradução das principais declarações de Slash:


SOBRE TOCAR MÚSICAS DO GUNS NO VELVET REVOLVER:

"A música - e principalmente o rock - deve ser simples. Ou é bom ou não é. E se é bom você toca. Tem algumas músicas do Guns n' Roses que são tão 'a cara' do Guns que a gente prefere nem tocar. Tem outras que a gente pensou em tocar mas acabou não tocando porque não ficou legal com a gente, ou porque a música está fora do alcance vocal de Scott ou porque as guitarras não ficam parecidas com o que Izzy e eu fazíamos (na foto, Izzy e Slash em 1991). Então essas a gente nem toca. O fato é que as músicas do Guns estão tão próximas da gente que a gente nem pensa muito quando toca. Eu penso mais, por exemplo, quando vou num show do Roger Waters e vejo que ele tem um guitarrista que toca igualzinho ao David Gilmour, nota por nota. Mas quando toco Guns, nem penso muito. Acho que as pessoas analisam muito mais do que a gente. A gente simplesmente toca. É legal e temos todo o direito de tocar porque são músicas que a gente fez."


SOBRE OS PROBLEMAS COM RICK RUBIN

"Rick tem um jeito diferente de fazer discos. Ele chegava, ouvia nossas músicas, dizia pra gente que achava isso bom e aquilo ruim e simplesmente sumia. E quando ele voltava é como se ele tirasse o ar da sala. Eu adoro o Rick mas ele estava trabalhando no disco do Metallica e no disco do Linkin Park ao mesmo tempo que no nosso disco. E chegou uma hora que vimos que não estava funcionando e finalmente desistimos dele. Então Scott sugeriu Brendan O'Brien. Eu falei com ele no telefone e ele parecia ter todas as respostas certas e a atitude certa."


SOBRE CONTRABAN
D

"Quando gravamos 'Contraband', a gente conseguiu capturar a eletricidade que havia entre nós cinco. A gente queria fazer um disco, cair na estrada e dizer para o mundo: 'Aqui estamos nós'. Mas por mais que o disco tenha sido um sucesso eu nunca fiquei completamente satisfeito com ele. Tem algo que me incomoda em 'Contraband'. Acho que talvez seja pelo 'pedigree' da nossa banda, eu senti que a gente nem chegou perto de onde poderia chegar".


SOBRE PROBLEMAS NA GRAVAÇÃO DE LIBERTAD

"Começaram esses rumores de que eu ia voltar ao Guns n' Roses e Axl soltou essa porra de press release e o que ele disse me colocou contra os caras da banda. Então quando voltamos a nos acertar parecia que ia ser bem difícil gravar 'Libertad'. Mas nós conseguimos deixar esses rumores para trás e o ambiente ficou muito bom. E acho que isso ajudou muito no disco".


SOBRE MÍDIA, INTERN
ET...

"Antigamente você fazia um disco, entregava para a gravadora, fazia shows e esperava para ver o que acontecia. Hoje com esse fluxo de informações sem interrupção na internet, todo mundo busca ganhar alguma coisa em cima de quaquer coisa que você faça. Até algumas publicações respeitáveis caíram nessa vala comum da fofoca. Então você vai e grava um disco e qualquer coisa que você faz se torna público sem que você tenha a menor chance de controlar. A mística acabou, tudo está superexposto."


SOBRE A TURNÊ COM O ALICE IN CHAINS E O ÁLBUM "DIRT"

"A primeira vez que eu vi o Alice in Chains foi ainda com o Layne Staley no começo dos anos 90. Eu e Duff achávamos "Dirt" (imagem ao lado) um puta disco, era um dos poucos que a gente ouvia o tempo todo naquela época junto com "Let Love Rule" [de Lenny Kravitz]. Nós conhecemos os caras da banda desde aquela ápoca e então Layne morreu. Ninguém ficou surpreso, mas foi a típica tragédia que não precisava acontecer. Quando o Alice in Chains voltou a tocar eu achei estranho. Mas eu fui ver eles tocarem e achei William DuVall [novo vocalista] animal. E quando a gente começou a discutir os nomes para a turnê de 'Libertad' surgiu o nome do Alice in Chains. O Jerry estava trabalhando no novo disco da banda e eu achei que eles não iriam topar, mas no final deu certo".


SOBRE O NOVO GUNS N' ROSES DE AXL

"Muita gente ainda não sabe direito o que é o Guns n' Roses hoje porque a banda não está sendo apresentada como um novo Guns n' Roses. Algumas pessoas falam para mim que foram no show do Guns e que eu e Duff não estávamos lá. É meio surreal, meio bizarro".


Encontre: Slash; Velvet Revolver; Contraband; Libertad; Guns n' Roses

terça-feira, 3 de julho de 2007

ENTREVISTA Duff fala de "Libertad" e revela suas músicas favoritas do Guns n' Roses (veja vídeos!)

Texto: Luciano Loccy (DIREITOS RESERVADOS/REPRODUÇÃO PROIBIDA)
Fonte: FaceCulture.nl
Imagem: FaceCulture.nl


Vestindo uma camisa dos Ramones e sem nenhum cigarro ou copo de vodca por perto, Duff concedeu recentemente uma entrevista ao site holandês FaceCulture.nl.
Nessa entrevista, que você pode ver no link no final desse post, Duff fala sobre "Libertad", novo disco do Velvet Revolver que tem lançamento mundial hoje, 3 de julho, do trabalho com os produtores Rick Rubin (cotado para "Libertad" e que acabou descartado pela banda) e Brendan o'Brien (que produziu o álbum) e, como não poderia deixar de ser, Duff também falou de Guns n' Roses.


TRADUÇÃO EXCLUSIVA: Veja o que Duff disse de mais interessante

- É meio estranho dizer isso, é quase estúpido, mas se você ouvir o disco do começo ao fim, 'Libertad' é quase um álbum conceitual. Não era para ser mas acabou sendo. Esse tema da liberdade ficou no nosso subconsciente o tempo todo.

- Nós conversamos um pouco sobre as letras, mas é Scott quem as escreve, esse é o instrumento dele. É difícil chegar para ele e dizer "escreva isso" ou "diga aquilo", ele tem o jeito dele de dizer as coisas.

- Nós percebemos os limites que nós não temos musicalmente.

- Eu me sinto um abençoado por ter Matt Sorum na banda. Não tem muitos caras no mundo que toquem bateria como o Matt, com o groove do Matt. Ele é meu ponto focal na banda. Já Slash e eu temos essa 'coisa', a gente não precisa nem conversar para tocar junto.

- Eu não entendo as comparações do Velvet Revolver com o Guns n' Roses. Como você vai comparar eu e Slash no Velvet com eu e Slash no Guns? Comparar Scott com Axl é outra bobagem. Quanto ao sucesso, nenhum de nós jamais vai ter tanto sucesso quanto o Guns n' Roses. É o tipo de coisa que não acontece duas vezes.

- Não lembro quem sugeriu o cover de 'Psycho Killer' [cover do Talking Heads que o Velvet Revolver gravou nas sessões de 'Libertad'].

- É muito legal ter as nossas músicas no Guitar Hero. É legal também ouvir os amigos como Jerry Cantrell no game. Minha mulher e minha filha são totalmente viciadas em Guitar Hero.

- A principal diferença entre 'Contraband' e Libertad está nos produtores e na musicalidade. Brendan o'Brien foi nosso produtor e ele também é músico. Eu nunca tinha feito um disco com um produtor que também fosse músico, que sabe tocar tudo e que toca bem. Ele conversava com a gente como um músico, dava sugestões tipo 'porque vocês não colocam tal nota aqui nessa passagem' e coisas do tipo. Todos os produtores deveriam ser músicos.

- Mike Clink fez 'Appetite' e ele é um cara ótimo e que conseguiu capturar a energia do Guns n' Roses. Josh [Abraham] fez 'Contraband' e a gente queria aquele som moderno, mesmo que isso significasse muita compressão e uma série de outras coisas.

- Matt usou vários kits de baterias antigões. Brendan mostrou algumas guitarras dos anos 50 e 60 para Dave Kushner, umas Gibsons e Fenders clássicas que o Dave usou para tocar no álbum.

- Nós conhecemos Rick Rubin desde o final dos anos 80. Parecia uma ótima idéia fazer o disco com ele. Nós estávamos prontos mas depois que começamos ele ficava semanas sem aparecer e quando voltava dizia: "escrevam mais músicas". Depois de alguns meses nesse vai-não-vai a gente percebeu que o disco não sairia antes de 2008. Nos separamos amigavelmente. Talvez algum dia a gente ainda faça um disco com ele.

- Minhas músicas favoritas do Guns n' Roses? Hum... Provavelmente 'It's so Easy' e 'Paradise City'. Meu ábum favorito? 'Appetite For Destruction'.


VÍDEOS: Veja a íntegra da entrevista com Duff AQUI.




Encontre: Duff; Velvet Revolver; Libertad; Contraband; Slash; Scott Weiland; Matt Sorum; Guns n' Roses; Appetite For Destruction; Axl; Bateria; Guitarra

terça-feira, 29 de maio de 2007

CLASSIC ROCK Matéria revela bastidores do Velvet Revolver e das gravações de 'Libertad'

Texto: Luciano Loccy (DIREITOS RESERVADOS/REPRODUÇÃO PROIBIDA)
Fonte: CLASSIC ROCK; MyGNRForum.com
Imagens: MyGNRForum.com (scan de Frobscottle); VelvetRevolver.com; SleazeRoxx.com


Slash esteve numa clínica para se livrar da heroína e não quer 'se sentir obrigado' a tocar músicas do Guns n' Roses. Duff diz que os caras do Velvet Revolver 'não se falam muito'. Essas são algumas revelações da matéria 'Velvet Goldmine' (scan ao lado), publicada na novíssima edição da revista CLASSIC ROCK. Veja os principais trechos abaixo:

Slash sobre Scott Weiland: "Se eu soubesse que seria tão complicado trabalhar com Scott, talvez nem tivesse tentado. Tem muita merda acontecendo na cabeça dele, mas ao mesmo tempo esse tipo de coisa não é novidade para mim [referência clara a Axl Rose]."

Scott Weiland sobre a banda: "Ao contrário do que muitas pessoas dizem, essa banda não é uma plataforma para mim e para Slash."

Slash sobre a imprensa: "Eu sempre senti desde o começo do Velvet Revolver que todos quiseram nos odiar. Todo mundo que tinha um bloco e uma caneta parecia pronto para descrever nossos shows de maneira negativa."

Duff sobre o relacionamento interno na banda: "Nós ficamos 18 meses em turnê e não aguentávamos mais ficar juntos. Então tiramos umas férias. Foi difícil votar. A gente não se fala muito. A gente não fala sobre música, não fala sobre negócios. O que a gente faz bem é tocar."

Duff sobre a tentiva frustrada de trabalhar com o produtor Rick Rubin: "Começamos a ensaiar. Ele apareceu uma semana depois, disse que ia sair de férias e que nós precisávamos escrever mais músicas. Descobrimos que ele não estava de férias e sim fazendo o disco novo do U2. E ele voltou depois de cinco semanas e disse de novo que precisávamos escrever mais músicas. Quando um cara como Rick Rubin te fala isso você começa a duvidar de si mesmo."

Slash (também sobre Rick Rubin): "O ritmo de trabalho conosco estava muito devagar. Ele estava fazendo uns cinco discos ao mesmo tempo - U2, Metallica, Linkin Park - e só dizia para a gente escrever mais músicas. Depois de alguns meses a gente perdeu o interesse. Chegou uma hora que a gente pensou: "Bom, existem outros produtores por aí".

Scott sobre Brendan o' Brien, produtor de "Libertad": "Nós precisávamos de alguém que ficasse nas trincheiras conosco. Nós chamamos o Brendan e as coisas finalmente começaram a andar."

Scott sobre seu comentário de que "Libertad" seria um álbum conceitual: "Eu queria fazer um álbum conceitual e descartei essa idéia. Mas depois de ouvir o disco eu percebi que há um tema que une todas as canções: a interminável busca pela liberdade"

Duff sobre a pressão de gravar o segundo disco: "Não senti pressão de fora. A gente se fecha tanto quando começa a gravar um disco (na foto, Duff e Slash nas sessões de gravação de "Libertad") que eu nem sei o que está acontecendo lá fora. A pressão vem de nós mesmos, nós somos brutais uns com os outros."

Slash sobre as expectativas em relação ao disco: "Prefiro não ter muitas expectativas, porque quando você faz muitos planos e projetos você se ferra. O que eu posso te dizer é que sou um cara extremamente crítico com relação ao Rock e gostei de "Libertad". Então se um cara como eu gostou do disco, provavelmente as pessoas vão gostar também."

Slash sobre o Velvet ser chamado de supergrupo: "Quando nosso primeiro disco saiu, eu não aguentava mais ver o Velvet sendo chamado de supergrupo. Agora com o lançamento do segundo disco e o crescimento da banda, eu me sinto vingado."

Slash sobre tocar músicas do Guns n' Roses e do Stone Temple Pilots: "Eu disse que a gente não tocaria mais essas músicas, mas não foi isso que eu quis dizer. Eu quis dizer que agora nós não vamos precisar nos apoiar tanto nessas músicas. É como Pete Townshend [guitarrista do The Who] não precisar quebrar sua guitarra todas as noites. Eu não estou tentando apagar meu legado no Guns n' Roses. Ainda vamos tocar algumas músicas em alguns shows, mas não quero me sentir obrigado a tocá-las. Além disso, não tem muitas músicas do Guns e do Stone Temple Pilots que a gente se sinta confortável tocando".

Duff sobre o aniversário de 20 anos de "Appetite For Destruction" (capa ao lado): "É um legado incrível. É difícil imaginar que a gente tinha vinte e poucos anos quando escreveu aquelas músicas. Foi uma grande parte da minha vida, mas apenas um parte."

Slash sobre o aniversário de 20 anos de "Appetite for Destruction": "A gravadora não deu atenção, não vai haver nenhum lançamento especial. É assim que as gravadoras são. Quero que elas se fodam. Gostaria que houvesse algo, mas o que eu posso fazer? Eu nem falo mais com aquelas pessoas. Tenho certeza que Axl gostaria de fazer alguma coisa, mas não saiu nada".

Slash sobre "Chinese Democracy": "Sei que vai ter muita coisa boa, porque eu conheço Axl e sei do que ele é capaz. Quero ouvir o disco, mas como não tenho nenhuma ligação com as músicas, não tenho pressa".

Slash sobre ter ido a uma clínica de reabilitação para se livrar do vício em heroína: "Estou limpo há 10 meses. Estava tendo problemas com a minha esposa e na banda. Minha mulher foi para a clínica e eu sabia que quando ela saísse eu teria que entrar. Estava tomando medicações receitadas que funcionam como heroína. Aí fui para a clínica e me limpei. Ficar chapado pode ter dado certo algumas vezes, mas hoje em dia não consigo fazer muitas coisas quando estou chapado. Às vezes tenho vontade de tomar um drink mas sei que não vou parar no primeiro, então nem começo. Eu sempre soube que heroína era errado. Fazer uma turnê mundial viciado em heroína é a coisa mais penosa do mundo."


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Encontre: Velvet Revolver; Libertad; Slash; Duff; Scott Weiland; Guns n' Roses

sexta-feira, 18 de maio de 2007

DOWNLOAD Baixe (e escute!) prévia de quatro músicas de "Libertad", o novo CD do Velvet Revolver

Texto: Luciano Loccy (DIREITOS RESERVADOS/REPRODUÇÃO PROIBIDA)
Fontes: www.velvetrevolver.com; Billboard.com; MTV.com-1; MTV.com-2; Velvet-Revolver.com; Blabbermouth.net; RollingStone.com; Q Magazine/Velvet-Revolver.com
Imagens: www.velvetrevolver.com


Desde que surgiram os primeiros rumores sobre o lançamento de "Libertad", novo disco do Velvet Revolver (veja a provável capa ao lado), uma série de declarações desencontradas dos membros da banda chegou até os fãs. Em dezembro de 2005, Scott Weiland disse que o Velvet Revolver estaria preparando um álbum "conceitual" e que tentaria "emular os grandes discos do passado", como 'Exile On Main Street' dos Rolling Stones e 'Dark Side of the Moon' do Pink Floyd. Em março de 2006, Duff não confirmou a informação de Scott: "Álbum conceitual? Não sei. Só sei que vai ser um disco matador". Pouco tempo depois Matt Sorum lançou mais lenha na fogueira ao afirmar que o Velvet Revolver estaria preparando um álbum "mais dançante do que Contraband" e que a banda teria experimentado gravar algumas faixas com o produtor e rapper Pharrell Williams. Duff confirmou a declaração de Matt, dizendo que "Libertad" teria algumas músicas produzidas por Pharrell e que Lenny Kravitz e outros produtores também estariam envolvidos.

A idéia de fazer um álbum conceitual foi abandonada, assim como a colaboração com Pharrell e Lenny Kravitz. Na hora H, a banda acabou optando por trabalhar com o renomado produtor de rock Rick Rubin. O problema é que aparentemente Rubin não gostou das músicas do Velvet Revolver e a banda não gostou do método de trablaho de Rubin. Resultado: a parceria não foi para a frente. Entrou em cena então o produtor Brendan O' Brien, que já havia trabalhado com Scott Weiland nos discos do Stone Temple Pilots e as gravações de "Libertad" finalmente engrenaram. E depois de muitos meses improdutivos, a banda foi para o estúdio e gravou o disco em poucos meses.

Após as sessões de gravação de "Libertad" (foto abaixo), Slash e Scott deram diversas entrevistas em que se mostraram bastante otimistas em relação ao álbum. Slash declarou que a banda se sentiu absolutamente "sem limites" durante o processo de composição e gravação e elogiou os vocais de Scott e a atuação de seu colega de guitarra Dave Kushner. Scott devolveu os elogios e disse que a banda havia se sobressaído nas gravações do disco. O mais importante era o ponto comum entre as declarações de Slash e Scott: "Libertad" era um disco muito melhor que "Contraband" (Q Magazine/Velvet-Revolver.com).

Finalmente chegou a hora de escutar a primeira "prévia" de "Libertad"!
O Velvet Revolver colocou quatro musicas novas na internet para download gratuito: "She Builds Quick Machines" (música completa, com 4m03s), "The Last Fight" (trecho da música, com 1m41s), "Spay" (trecho de 1m38s) e "She Mine" (trecho de 1m30s).

As músicas foram disponibilizadas com exclusividade no site da AOL (America Online).
Infelizmente é impossível para os brasileiros e para pessoas de muitos outros países escutarem as músicas neste site. Por isso, fãs que conseguem acessar o site da AOL baixaram as quatro músicas e as colocaram disponíveis para fãs de todo o mundo (inclusive nós, brasileiros) em sites de download como Megaupload e Rapidshare. Você pode baixá-las nos seguintes links:

Link RapidShare - As quatro músicas (link de "estebanf")
Link Megaupload - As quatro músicas (link de "highvoltage")

Link Megaupload - She Builds Quick Machines (link de "Slashthis")
Link Megaupload - Last Fight (link de "Slashthis")
Link Megaupload - Spay (link de "Slashthis")
Link Megaupload - She Mine (link de "Slashthis")

A qualidade de áudio dessas amostras é propositalmente baixa, porque a idéia é que elas sejam justamente um "aperitivo" para "Libertad", que obviamente terá todas as músicas em altíssima qualidade. Mas é interessante poder ouvir em primeira mão essas gravações de estúdio depois de tanta especulação sobre como seria o som do novo álbum. Aproveite!


Encontre: Slash; Duff; Velvet Revolver; Scott Weiland